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IntroDbEbmDbEbmDb
AbAh! SAb7e eDbu pudesse
DedicarAbia ao meu sertão maiAb7s Dbuma prece
AbAh! Mas não pAb7recDbisa não
Lá já eAbxiste a mais bonitAb7a DborEbmaçDbão
O Sol desponta docemente nas monAb7tanhas
Tingindo em ouro o verde solo das coDblinas
A névoa branca submerge das entAbranhas
Na terra virgem da pureza das camDbpinas
E o riacho entoando morro aAb7baixo
E o canto lindo de um poema sertaDbnejDb7o
A viGbola nos seus versos que cDbonsola
Este meu Abpeito anAb7sioso Dbde desejo
AbAh! SAb7e eDbu pudesse
DedicarAbia ao meu sertão maiAb7s Dbuma prece
AbAh! Mas não pAb7recDbisa não
Lá já eAbxiste a mais bonitAb7a Dboração
( Ebm Db Ebm Db )
Cai o orvalho derramando as suas Ab7lágrimas
Por uma noite mal dormida menos fDbria
O rouxinol lamenta triste as suas Abmágoas
Gorjeando a mais dolente meloDbdia
E o sertanejo bem nutrido louva à Ab7Deus
As suas plantas bem crescidas e visDbtosDb7as
Aqui só Gbfalta um alguém nos diaDbs meus
Para deiAbxar a minhAb7a vida coDbr-de-rosa
AbAh! SAb7e eDbu pudesse
DedicarAbia ao meu sertão maiAb7s Dbuma prece
AbAh! Mas não pAb7recDbisa não
Lá já eAbxiste a mais bonitAb7a Dboração
Lá já eAbxiste a mais bonitAb7a Dboração
Lá já eAbxiste a mais bonitAb7a Dboração
Lá já eAbxiste a mais bonitEbma DborAb7açDbão
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