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EÁgua que nasce na fAonte serena do mEundo
E que abre um profuAndo grotão
EÁgua que faz inocAente riacho e desEágua na corrente Ado ribeirão
F#mÁguas escuras dos C#mrios que levam a Efertilidade ao seDrtão
F#mÁguas que banham alC#mdeias e matam a sEede da populaDção
AÁguas que caem das pA4edras no véu das casC#mcataGs, Eronco de troD/Fvão
C#mE depois dormem tranqF#müilas no lEeito dos Bmlagos,E no leito dos lA4agos A A4 A
EÁgua dos igaraApés, onde Iara, a mãe dE'água é misteriAosa canção
EÁgua que o sol evaApora, pro céu vai emEbora, virar nuvem deA algodão
F#mGotas de água da C#mchuva, alegre arco-Eíris sobre a plantDação
F#mGotas de água da C#mchuva, tão tristes, são Elágrimas na inundaAção
AÁguas que movem moA4inhos são as mesmas C#máguaGs qEue encharcam o chD/Fão
C#mE sempre voltam humF#mildes pro fEundo da Bmterra,E pro fundo da teA4rra A
F#mTerrC#ma, plaDneta Aágua
F#mTerrC#ma, plaDneta Aágua
F#mTerrC#ma, plaDneta Eágua A
AGORA REPETE A INTRO E VOLTA PARA: GOTAS DE ÁGUA DA CHUVA...
Contribuição: Hamilton Cesar Wanderley(email protected)
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