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Me criei num tranco guapo, dGmomando potro veiaco
CarGmcando espora em retaco, meEb7tido a corcoveadD7or Eb7 D7
Eu passo a vida montado, num tostado pata branca
Fazendo a lida que eAm7ncanta a D7alma de um campeadGmor Gm Gm7
Me agrada saltar cedito, pra cevar meu chimarrão
Todo índio de gaDm7lpão carrG7ega este mandamCmento
Depois de sorve uns amargo e toreá uma charla bGmoa
Pode ter sol ou gaEb7roa, o cD7ampo é meu chamamGento
(Sou do sG7ul do meu paCís com meu jeito de galpGão
Brasileiro na corD7agem gaúcho na tradiçGão Dm7
Sou doC#7 sul do meu paCís com meu jeito de galpGão
Brasileiro na corD7agem gaúcho na tradiçGmão)
Int.
Trago comigo a doutrina do siGmstema bem antigo
GmAmigo dos meus amigos ,respeitaEb7dor do alhD7eio Eb7 D7
Mas o cano do meu trinta, trago livre sem lorota
Com o bico dentro dAm7a bota pra alumiD7ar no tempo fGmeioGm Gm7
Sou um serrano faceiro, acostumado no campo
Meu peito é um pirDm7ilampo amG7anunciando a boiCmeira
Enquanto Deus me der força pra levar a vida xGmucra
O pampa vem na gaEb7rupa, com a tradD7ição por bandGeira
( )Int.
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