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Eu vi uGm menino correndo Bm
eu vi o teBm7mpo briE7ncando ao redor
do caminho daquele meninAmo, Am7
eu Adimpus os meus pés no riacho.
E aEmcho que nunca os tirei.
O sA7ol ainda brilha na estrada que eu nunca passD7ei.
EGu vi a mulher preparanBmdo outra pessoBm7a
O tE7empo parou pra eu olhar para aquela baAmrrigAm7a.
AAdim vida é amiga da arte
É a pEmarte que o sol me ensinou.
O sA7ol que atravessa essa estrada que nunca pasD7sou.
PGor isso uma forçB7a me leva a cantar,
pEmor isso essa força estDm7ranha noG7 ar.
PCor isso é que eu cC#dimanto, G/D não posso paE7rar.
PA7or isso essa voz taD7manha.
GEu vi muitos cabelos brancos Bmna fronte do arBm7tista
o tE7empo não pára no entanto ele nunca envAmelhecAm7e.
AdimAquele que conhece o jogo, do fEmogo das coisas que são.
É o sA7ol, é o tempo, é a estrada, é o pé e é o chD7ão. G
Eu vi muitos homens brigandoBm. Ouvi seus griBm7tos
EE7stive no fundo de cada vontade enAmcobertaAm7
E a cAdimoisa mais certa de todas as coisas
Nao vEmale um caminho sob o sol
E o sA7ol sobre a estrada, e o sol sobre a estrada
E o sD7ol
GPor isso e.......
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