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Obs.: A introdução feita no violão + - não está 100% mas dá pra tirar
uma onda.
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A dor da gCente é dor de meD7nino acanBmhado :
Menino-bezE7erro piCsado no curral do mD7undo a peGnar :
Que salta aos Colhos igual a um D7gemido caBmlado :
A sombra do E7mal-assombCrado é a dor de nem D7poder chorGar G C G :
Moinho de hoCmens que nem girimB7uns amasEmsados
Mansos menDinos domCados, massa de mDedos iguaiGs
Amassando a Cmassa a mão que aB7massa a coEmmida
Esculpe, moDdela e casCtiga a massa dos Dhomens norGmais
QuGanD7do eu lembro da massa da mandioca mãe, da massa } 4
A dor da gCente é dor de meD7nino acanBmhado
Menino-bezE7erro piCsado no curral do mD7undo a peGnar
Que salta aos Colhos igual a um D7gemido caBmlado
A sombra do E7mal-assombCrado é a dor de nem D7poder chorGar
QuGanD7do eu lembro da massa da mandioca mãe, da massa } 4
( só percução )
Quando eu lembro da massa da mandioca mãe, da massa
Nunca mais me fizeram aquela presença, mãe
Da massa que planta a mandioca, mãe
A massa que eu falo é a que passa fome, mãe
A massa que planta a mandioca, mãe
Quand je rappele de la masse du manioc, mére
Quando eu lembro da massa da mandioca
Lelé meu amor lelé no cabo da minha enxada não conheço "coroné"
Eu quero mas não quero (camarão). Minha mulher na função (camarão)
Que está livre de um abraço, mas não está de um beliscão
Torna a repetir meu amor: ai, ai, ai!
É que o guarda civil não quer a roupa no quarador
Meu Deus onde vai parar, parar essa massa
Meu Deus onde vai rolar, rolar essa massa
Contribuição: China 7 Cordas(email protected)
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