
Acordes usados
Cm
Eb
F
D
D#
Em7
Bm7
Am7
Bbm7
C
Em
Dm
G
Am
A
Ab
Fm
E7
D7
Bm
F7
B
Gm
Cm7
Gm7
Bb
1.
Um Só (part. Gabriel O Pensador)
Tom: CmAvançadoCm
Eb
F
CmEbF
Primeira Parte
CmEu não sei se ele era antigo e tava congelado
SEbe era alguém que tinha morrFido e foi ressuscitado
CmOu se veio do futuro teletransportado
SEbe era um ser de outro planFeta e tava disfarçado
CmEu só sei que no começo ele nem foi notado
CEbarregando o seu sorrFiso e observando tudo
MCmuito medo e muita raiva por todos os lados
EbE ele calmo, protegFido por um belo escudo
CCmaminhava devagar mas ia sempre em frente
EbE tratava sempre iguFal todo tipo de gente
CCmorajoso e consciente do poder do amor
EntendEbia da alegria e também da dFor
CmEspalhava poesia até sem dizer nada
NEbum momento em que ninguFém queria ouvir ninguém
SCmeu silêncio era sincero e nos lembrava que a verdEbade pode ser
ManipulFada pro mal ou pro bem
Segunda Parte
PCmouca gente dava ouvidos pro que ele dizia
Eb Preferiam suas prFóprias frases feitas
NCmão queriam abrir os olhos nem abrir caminhos
TEbão fechados nas esquFerdas e direitas
CmAs pessoas em geral nunca estão satisfeitas
SEbempre querendo estFar onde não estão
SCme o João tem uma visão e o José não aceita
EbO José arranca os olhos do JoFão
PCmedro vê José sorrindo e quer vingança por João
EbEntão fura os olhos de JosFé com pregos
CmE assim, olho por olho e dente por dente
NEbinguém mais pode sorrirF e todos ficam cegos
BCmanalizam a violência e a coerência some
JEbá não sabem se são homFens ou são ratos
DCmominados por aquilo que consomem
EbAcreditam mais nas "fFake news" do que nos próprios fatos
CmUma luz brilhou por cima das nuvens
TEbempestade era rotina mFas o céu se abriu
CmUma brecha fina era um raio intenso
MEbas o clima estava teFnso e quase ninguém viu
QuCmando alguém sorriu um sorriso raro
QuEbe não era pra uma sFelfie nem para um comício
QuCmase todos já marchavam rumo ao precipício
MEbas a voz era tão lFinda e todo mundo ouviu
SCmussurrando palavras de uniãoEb F
DCmesarmando granadas no nosso peito Eb F
CmUns olhando pros outros e essa visãoEb F
NCmos mostrando que somos tão imperfeitos Eb F
Terceira Parte
SCme o antídoto é feito do veneno
NEbenhum grande é maiFor do que o pequeno
SCme o passado é a semente do futuro
NEbenhum claro é mais pFuro que o escuro
SCme um sábio subiu em cima do muro
FEboi pra olhar com mFais calma pros dois lados
CmE entender que o curral tava cercado
EbE que o nosso camFinho é um só
CmEbF
Quarta Parte
CmO povo heroico não tá só no hino
Talvez seja o nosso destFino ser fortes
Lutar de verdade por dCmignidade
Por mais independência e menos mFortes
QuCmem nos divide é pra nos dominar
E o mapa da mina pra quem nos domina é a gFente que dá
Pra nos derrubar igual dominCmó da maneira mais fácil
Criando um espaço entre as pFeças
As pCmeças que unidas seriam espessas
Mas eles nos querem batendo cabeças gritando pFalavras de ordem
CmEm cada um de nós, eu disse em cada um de nós, tem um gigante
DormFindo
CmE quem nos divide não quer que os gigantes acordem!ue os gigantes
AcFordem!
CmUma luz brilhou por cima das nuvens
TEbempestade era rotina mFas o céu se abriu
CmUma brecha fina era um raio intenso
MEbas o clima estava teFnso e quase ninguém viu
QuCmando alguém sorriu um sorriso raro
QuEbe não era pra uma sFelfie nem para um comício
QuCmase todos já marchavam rumo ao precipício
MEbas a voz era tão lFinda e todo mundo ouviu
SCmussurrando palavras de uniãoEb F
DCmesarmando granadas no nosso peito Eb F
CmUns olhando pros outros e essa visãoEb F
NCmos mostrando que somos tão imperfeitos Eb F
2.
Saudades Do Tempo
Tom: DMédioD
D#
Em7
Bm7
Am7
SDauD#dades doEm7 Tempo, dos velhos moBm7mentos, Dos anos passadAm7os que foram com o vDenD#to,
SorrEm7isos, lembranças, belos seBm7ntimentos, De transformaçõAm7es e de renascimeDntD#os.
PEm7raias, viagens pela madBm7rugada, NossAm7a rotina era o pé na estDraD#da.
SEm7empre felizes sem pensarBm7 em nada, Paisagem mAm7ais bela é o sorriso dDa D#amada.
ContEm7ava as estrelas manto pBm7rateado, Sentia o cAm7alor de um abraçoD aD#pertado,
FEm7azia minha boca tocar o Bm7seu lábio, Lua ilumAm7inava com um Bob nDo D#rádio,
Nas manhãEm7s nubladas, bom humor Bm7imperava, A vida Am7era um jogo, sem cartaDs D#marcadas,
A noEm7ite no fogo, um bom som queBm7 rolava, Por entre a Am7fumaça, diversas riDsaD#das.
Como Em7se seus ouvidos pudessem rBm7espirar, O som invadia Am7o corpo, como se fossDe D#o ar,
O som toEm7mava forma, sensação de bBm7em estar, Momentos de Am7magia, muitas formas pDarD#a amar,
Marcas de bEm7atom na borda de um copo Bm7plástico, No peito Am7euforia, abraços, risDo D#fácil,
E com descoEm7nhecidos, seguia, crianBm7do laços, Transpirava aAm7legria era dona dos sDeuD#s passos,
ConEm7sciência admirável como as tinBm7tas de uma tela, Seus olhos tAm7inham o brilho das corDesD# da aquarela.
Seu caEm7belo ao vento era a paisaBm7gem mais bela, Tinha a Am7complexidade de uma VêDnuD#s moderna,
Ascendeu aEm7o azul do céu nos seus própBm7rios pensamentos, Não pAm7ensou no seu futuro, ela erDa D#o momento
Vi a pEm7onta dos seus pés no gelado dBm7o cimento, Entre olhares meuAm7 desejo, povoar seu DpeD#nsamento.
Em7Bm7Am7DD#
Como Em7se seus ouvidos pudessem Bm7respirar, O som invadiaAm7 o corpo, como se foDssD#e o ar,
O som toEm7mava forma, sensação de beBm7m estar, Momentos de maAm7gia, muitas formas paDraD# amar,
Marcas de bEm7atom na borda de um copo pBm7lástico, No peito euforAm7ia, abraços, riso fácDilD#,
E com descoEm7nhecidos, seguia, criandoBm7 laços, Transpirava aleAm7gria era dona dos seusD pD#assos,
ConscEm7iência admirável como as tintas deBm7 uma tela, Seus olhos tinham Am7o brilho das cores dDa D#aquarela.
Seu caEm7belo ao vento era a paisageBm7m mais bela, Tinha a coAm7mplexidade de uma VênuDs D#moderna,
Ascendeu aEm7o azul do céu nos seus próprBm7ios pensamentos, Não peAm7nsou no seu futuro, ela era oD mD#omento
Vi a pEm7onta dos seus pés no gelado doBm7 cimento, Entre olhares meu dAm7esejo, povoar seu penDsaD#mento.
Em7 Bm7 Am7Entre olhares meu desejo, povoar seuD pD#ensamento.
Em7 Bm7 Am7Entre olhares meu desejo, povoar seuD pD#ensamento.
3.
Pisando Descalço
Tom: EmAvançadoEm7
Bm7
Bbm7
Am7
D
D#
C
Pisando descalçoEm7 nesse chão molhado Deito do teu lado para relaxar Bm7
FazEm7endo fogueira, sem eira nem beira Deitado na esteira vendo o luar Bm7
Bm7 Pego o mBbm7eu violãAm7o Canto uma canção que já fDez maluco se por a dançar D# Em7
Aquele doce Que derrCete a mente no desembaraço desse meu cantar D Em7
Aquela morena De saCia pequena com seus olhos grandes parece voDar Em7
Hoje na natureza Não impCorta a feira é dia de doideira e não de Trabalhar D Em7 Bm7 Em7 Bm7
Pisando descalçoEm7 nesse chão molhado Deito do teu lado para relaxar Bm7
Fazendo fogueira, Em7sem eira nem beira Deitado na esteira vendo o luar Bm7
Bm7 Pego o mBbm7eu violãAm7o Canto uma canção que já fDez maluco se por a dançar D# Em7
Aquele doce Que derrCete a mente no desembaraço desse meu cantar D Em7
Aquela morena De saCia pequena com seus olhos grandes parece voDar Em7
Hoje na natureza Não impCorta a feira é dia de doideira e não de Trabalhar D Em7
C Não importa a feira é dia de doideira e nDão de Trabalhar Em7
C Não importa a feira é dia de doideira e nDão de Trabalhar Em7
Brinco pelo espaço, estreEm7itando laços Eu não tenho fardosBm7 para carregar
Minha vida é plena, não fEm7aço besteira Peço a padroeira pra me abençoar Bm7
Bm7 Escuto meBbm7u coração PoAm7is a minha razão muitas vezDes atrapalha o meD#u pensaEm7r
E ele me trouxe O discernCimento justo no momento em que pensDei parar Em7
Saí do dilema EntCre o asfalto duro e olhar paredes pDrefiro cantar Em7
Hoje na natureza Não impCorta a feira é dia de doideira e nãoD de trabalhar Em7
C Não importa a feira é dia de doideira e nDão de Trabalhar Em7
C Não importa a feira é dia de doideira e nDão de Trabalhar Em7
C Não importa a feira é dia de doideira e nDão de Trabalhar Em7
C Não importa a feira é dia de doideira e nDão de Trabalhar Em7
4.
Moleque De Favela
Tom: EmAvançadoEm7
Am7
C
D
D#
Bm7
Em
Deixa o molequeEm7 correr, Deixa o menino brincar, Dê asAm7as para voar, Mas cuida pra não se C D D#
envolver sEm7e vê. D#
Então registre mEm7oleque ligeiro, Está no radinho fazendo dinheiro, NãAm7o tem carteira, mas dá o Em7
piloto, Rasgando a favela em cima da Am7moto, Quem vai lhe pegar? D D#
Mais um moleque Cperdido no beco, Jogava bola descalçBm7o, o chão em sua faDce o fazia feliz, D# Em7
E nas viagens soCnhava em ser Bob Marley, E nas rimas almejavaBm7 ser o Racionais, D D# Em7
Com os amigos e tDal cantando um fundo de D#quintal, Desandou geral na Em7escola ele anda mal. Am7 D
E a vida vai voCraz, sempre veloz demais, QuantDas famílias já perderam a paz, Em7 Bm7
E a vida vai voCraz, sempre veloz demais, QuantDos moleques não estão entre agente mais.Em7 Bm7
E a vida vai voCraz, sempre veloz demais, QuantDas famílias já perderam a paz, Em7 Bm7
E a vida vai voCraz, sempre veloz demais, QuantDos moleques não estão entre agente mais.Em
CDEmCD
Marcas do sofCrimento, realidade perversa, EnquDanto existem sapatos pisando em tapete persa,Em
Num mundo globalizado, onCde a pobreza nos cerca, D
Além de pilantraEms fardados, que lutam sua própria guerra.
No glamCour do crime, molecada ligeira, Bem armaDda, de campana na subida da laEmdeira,
Está longCe o futuro que reflete a esperança, DE sem poder brincar agora já entroEmu na dança.
BaruClho de bala enquanto ele crescia, Em meio aDo caos, choro abafado, fazia a sua poesEmia,
C Mostrando a dura realidade de ser quem Dele era, Um soldado destemido, um moleque de favela. Em
veCla-vela vela D Um moleque de favela-vela vela Um mEmoleque de faBm7vela-vela vela C D
Um moleque de favela-vela velaEm Um moleBm7que de favela-vela vela C D
Um moleque de favela-vela vela Em Um molequBm7e de favela-vela vela C D
CDEmBm7
CDEmEm
5.
Evidências
Tom: CAvançadoC
F
Em
Dm
G
Am
A
Ab
Fm
E7
D7
margin-top:100px;" >
tom:
C
Intro: C C F Em Dm G
CCFEmDmG
Primeira Parte
Quando eu dCigo que deixei de Gte amar
É porque Ameu te amoC
Quando eu dFigo que não quero
Mais vAocê
É pDmorque eu te quero
Eu tenho mGedo de te dar meu
CAboração
E confessAmar que eu estou
Em tuas mFmãos
Mas não pDmosso imagEminar
O que vai sFer de mim
Se eu te perdGer um FdiGa
Segunda Parte
Eu me afaCsto e me defendo
De vGocê
Mas depAmois me entregCo
Faço tFipo, falo coisas que
Eu nAão sou
Mas dDmepois eu nego
Mas a verdGade é que eu sou
Louco pAbor você
E tenho mAmedo de pensar
Em te perdFmer
Eu precCiso aceitar que não dá Gmais
Pra separar as nFossasC vidaFsG
Refrão
CE nessa loucura de dizer
Que não te quero
Vou negE7ando as aparências
Disfarçando as evidências
Mas pra quFe viver fingindo
Se eu não pDmosso enganar
Meu coraçGão
Eu sFei que tGe amo
ChCega de mentiras
De negar o meu desejo
Eu te quE7ero mais que tudo
Eu preciso do seu beijo
Eu entrFego a minha vida
Pra vocDmê fazer o que quiser
De mGim
Só quFero ouvir vGocê dizer
Que sCim
Diz que é verdCade que tem
SaudFadeEm
Que Dmainda vocGê pensa muito
Em mCim
Diz que é verdCade que tem
SaudFadeEm
Que Dmainda vocêG quer viver
Pra mim
SoloAmAbG
D7AbG
Segunda Parte
Eu me afaCsto e me defendo
De vGocê
Mas depAmois me entregCo
Faço tFipo, falo coisas que
Eu nAão sou
Mas dDmepois eu nego
Mas a verdGade é que eu sou
Louco pAbor você
E tenho mAmedo de pensar
Em te perdFmer
Eu precCiso aceitar que não dá Gmais
Pra separar as nFossasC vidaFsG
Refrão
CE nessa loucura de dizer
Que não te quero
Vou negE7ando as aparências
Disfarçando as evidências
Mas pra quFe viver fingindo
Se eu não pDmosso enganar
Meu coraçGão
Eu sFei que tGe amo
ChCega de mentiras
De negar o meu desejo
Eu te quE7ero mais que tudo
Eu preciso do seu beijo
Eu entrFego a minha vida
Pra vocDmê fazer o que quiser
De mGim
Só quFero ouvir vGocê dizer
Que sCim
Diz que é verdCade que tem
SaudFadeEm
Que Dmainda vocGê pensa muito
Em mCim
Diz que é verdCade que tem
SaudFadeEm
Que Dmainda vocêG quer viver
Pra mim
Diz que é verdCade que tem
SaudFadeEm
Que Dmainda vocêG quer viver
Pra mim
6.
Esperança
Tom: EmMédioEm
Bm
C
D
G
EmMe tire a mBmoeda dos olhos
E avCise os mais novos que nãDo vou partir
EmTire o Bmremo do barqueiro
E a Cpá do coveiro, vou Dficar aqui
CResisto na vDoz das crianças
NaqEmueles que cantam pro mGal sucumbir
CMe crio em coDrações guerreiros
Que Emsuperam o medo e a dGor do sorrir
EmSou irmã da Bmfé e caridade
Quem cCrê de verdade que vDamos lutar
EmContra qualqBmuer tempestade
Ou vCozes que soam pra Dnos derrubar
CEstarei dDentro de olhares,
Em aEmções salutares, em um baGnho de mar
CEstarei na igDreja e nos bares
Nas Emruas, nos lares, nasGci pra amparar
CEu sou quem enDcanta, a ponta da laEmnça
A alma que caGnta, o poder de voar C
Eu sou quem leDvanta, quem já sofreu taEmntas
Que não podeGria se erguer e lutar
CD
EmMe tire a mBmoeda dos olhos
E avCise os mais novos que nãDo vou partir
EmTire o Bmremo do barqueiro
E a Cpá do coveiro, vou Dficar aqui
CResisto na vDoz das crianças
NaqEmueles que cantam pro mGal sucumbir
CMe crio em coDrações guerreiros
Que Emsuperam o medo e a dGor do sorrir
EmSou irmã da Bmfé e caridade
Quem cCrê de verdade que vDamos lutar
EmContra qualqBmuer tempestade
Ou vCozes que soam pra Dnos derrubar
CEstarei dDentro de olhares,
Em aEmções salutares, em um baGnho de mar
CEstarei na igDreja e nos bares
Nas Emruas, nos lares, nasGci pra amparar
CEu sou quem enDcanta, a ponta da laEmnça
A alma que caGnta, o poder de voar C
Eu sou quem leDvanta, quem já sofreu taEmntas
Que não podeGria se erguer e lutar
CMeu nome é esperDança Em G
CMeu nome é esperDança Em G
CMeu nome é esperança, a ponta da laDnça
A alma que caEmnta, o poder de vGoar
Meu nome é espCerança, eu sou quem levaDnta
Que não podeEmria se erguer e lGutar
CMeu nome é esperança, a ponta da laDnça
A alma que caEmnta, o poder de vGoar
Meu nome é espCerança, eu sou quem levaDnta
Que não podeEmria se erguer e lGutar
CMeu nome é esperDança Em G
CMeu nome é esperDança Em G
CMeu nome é esperDança Em G
CMeu nome é esperDança Em G
7.
Ruínas
Tom: AmMédioAm
C
F7
G
F
AmCF7G
Primeira Parte
Sabe lAmá, o que haverá depois das ruínas entre outras coisas
A vida passa nGão vai te esperar
No calAmor da estrada eu sei
Há motivos de sobra quantos já não pensou
Diz que pensGou em fraquejar meus pés no chAmão
A mente viajando pra longe
Tentando entender quanto é precGiso caminhar
AmAh, tentar mais uma vez se o que
A gente tem é esperança dGisso aqui mudar
Vento vAmai, oh meu Deus
Vento sopra e leva o barco se a força nGo remo faltar
Pelo amAmor, eu que já não sou merecedor
Peço pelo meu e tantos quGe no mundo chegou
De ruAmínas, Poucos são os que plantam amor
Sobra cinzas, ódio no olhGar do opressor
Am Enquanto o homem faz Garmas pra nos matAmar
Eu vou cantar ah,ah,F7ah liberdGade pra gente sonhar
Am Enquanto o homem faz Garmas pra nos matAmar
Eu vou cantar ah,ah,F7ah liberdGade pra gente sonhar
AmCG
AmCG
Segunda Parte
AmEi moleque de verdade abre o olho e fica esperto
HFá momentos que o melhGor é não manter ninguém por perto
SAmão idéias são conselhos que não servem para você
VocFê tem que plantar o amGor para poder ver ele nascer
EnquAmanto o homem faz armas para nos matar
Nossa vFida é dar motivos prGa tu continuar a cantar
Nossa lAmiberdade eu sei não é feita pra sonhar
Ela Fé a realidade quGe nos leva a algum lugar
Terceira Parte
AtitAmudes sinceras
Amenizam as feras que cortam a coragem do povo
HistFórias mostraram que muitos lutGaram pela liberdade de todos
DitadAmuras armadas
Crime organizado pra mim são todos iguais
OpressFores mudam sua forma
Mas sGei que não querem legados de paz
AtitAmudes sinceras
Amenizam as feras que cortam a coragem do povo
HistFórias mostraram que muitos lutGaram pela liberdade de todos
DitadAmuras armadas
Crime organizado pra mim são todos iguais
OpressFores mudam sua forma
Mas sGei que não querem legados de paz
Am Enquanto o homem faz Garmas pra nos matAmar
Eu vou cantar ah,ah,F7ah liberdGade pra gente sonhar
Am Enquanto o homem faz Garmas pra nos matAmar
Eu vou cantar ah,ah,F7ah liberdGade pra gente sonhar
AmCG
AmCG
Am Enquanto o homem faz Garmas pra nos matAmar
Eu vou cantar ah,ah,F7ah liberdGade pra gente sonhar
Am Enquanto o homem faz Garmas pra nos matAmar
Eu vou cantar ah,ah,F7ah liberdGade pra gente sonhar
AmCG
Am
CGAm
8.
Meu Pai É Rastafar-i
Tom: EmMédioEm
C
B
Depois de três meses queEm minha mãe acabara de falecer
Recebi Cuma carta de quem eu pensei Bque nunca mais iria aEmparecer C B
Quando Emli tinha palavras amargas
Podia sentir Co papel ainda molhadBo de lágrimas ou coisa assEmim
A carta dizia assim:C B
"CansEmei de São Paulo
Resolvi mudar de estado,
Pra poder espCairecerB
Deixei meu cabelo Emcrescer,
A minha barba por fazer
Não sabia se iCa engordar
Ou se ia eBmagrecer
Até que pensEmei,
Como um cara da minha idade
Tive você com dezesseiCs,
Precisava de mais liberdBade
Subi nEmum caminhão e sem direção
Como um Ccovarde
Eu cheguei no BMaranhão
Aqui estava Emmais confiante e feliz
Com vários amigosC,
Fazendo um reggae raizB
Mandei Emessa carta
Pra você não se espantar
Aqui está Cmeu endereço,
Venha me viBsitar"
EmCB
Fui visitá-lo
E ele estava bem mudado
De cabelo rastafari,
Enrolando um baseado
Foi aí que eu percebi
Que ele estava mais lesado
Com idéias rebeldes,
Com o olho avermelhado
PergunEmtei por que tinha isso na mão
Se quando eu usavCa
Me diziam que não era Bbom
E respondeu,Em humildemente
"Faça sua cabeçaC
E se sente com a genteB"
Meu pai é RasEmtafar-I C B
Meu pai é RasEmtafar-I C B
Meu pai é RasEmtafar-I C B
"EmCansei de São Paulo
Resolvi mudar de estado,
Pra poder espCairecerB
Deixei meu cabelo Emcrescer,
A minha barba por fazer
Não sabia se iCa engordar
Ou se ia eBmagrecer
Até que pensEmei,
Como um cara da minha idade
Tive você com dezesseiCs,
Precisava de mais liberdBade
Subi nEmum caminhão e sem direção
Como um Ccovarde
Eu cheguei no BMaranhão
Aqui estava Emmais confiante e feliz
Com vários amigosC,
Fazendo um reggae raizB
Mandei Emessa carta
Pra você não se espantar
Aqui está Cmeu endereço,
Venha me viBsitar"
EmCB
Fui visitá-lo
E ele estava bem mudado
De cabelo rastafari,
Enrolando um baseado
Foi aí que eu percebi
Que ele estava mais lesado
Com idéias rebeldes,
Com o olho avermelhado
PerguntEmei por que tinha isso na mão
Se quando eu usavCa
Me diziam que não era Bbom
E respondeu,Em humildemente
"Faça sua cabeçaC
E se sente com a genteB"
Meu pai é RasEmtafar-I C B
Meu pai é RasEmtafar-I C B
Meu pai é RasEmtafar-I C B
9.
Deixe-me Ir / Tem Café
Tom: CmAvançadoGm
Cm7
Gm7
F
Bb
margin-top:100px;" >
tom:
Gm
Intro: Eb7M Cm7 Gm7 Bb7M
Eb7MCm7Gm7Bb7M
Ei aEb7Mmor, sei que tá tão difícil
Eu falar de amCm7or
Porque lá fora é tanto ódio e rancGm7or
Que eu preciso muito te falFar
Ei aEb7Mmor, eu tô contigo
Independente do cCm7aô
Cê sabe que aonde você for, eu vGm7ou
E já passou da hora
Da gente se encontrFar
E se amEb7Mar, nega
Cê sabe que contCm7igo nada vai me abalar
A viagem é lGm7onga, então faça a mala
Na vibe mais posiFtiva, no pique mandala
Esse papo de qEb7Mue se tu não existisse
Eu te inventaria é tão cliCm7chê
Mas cai tão bem
Quando se trata de vocGm7ê
Só vem comigo
Cê não vai se arrepFender
Só vem comigo
Cê não vai
Quinta Parte
Eb7M Noites em claro
Cm7 Tentando não me envolver
Gm7 Seja o que Deus qBb7Muiser
Eb7M Noites em claro
Cm7 Tentando não me envolver
Gm7 Seja o que Deus qBb7Muiser, deixe-me ir
( Eb7M Cm7 Gm7 Bb7M )
( Eb7M Cm7 Gm7 Bb7M )
Eb7M Não vou me despedir porqFue dói
Não vou brigar pra ficGm7ar
Quero estar contigo e sentiFr
Bb7MSer seu eEb7M só
Sem ter que justificar
O tCm7empo em que eu Gm7 sumi
Seja o que Deus quisFer, deixe-me ir
Eb7M Noites em claro
Cm7 Tentando não me envolver
Gm7 Seja o que Deus qBb7Muiser
Eb7M Noites em claro
Cm7 Tentando não me envolver
Gm7 Seja o que Deus qBb7Muiser, deixe-me ir
( Eb7M Cm7 Gm7 Bb7M )
( Eb7M Cm7 Gm7 Bb7M )
Você já sabe qual Eb7Mé
Quando você ver o meu sinCm7al
Tá na hora de meter o pGm7é pra minha casa
FE não é pra ir tomar café
Você já sBbabe quEb7Mal é
É só ir seguindo a MargCm7inal
Passa o Shopping TatuapGm7é, já tá em casa
FE não é pra ir tomar café
Refrão
Tem cafEb7Mé
Mas prefiro um chá
Que é pra relaxar Cm7e te deixar louca
Tem cafFé
GmMas prefiro um chá
Que é pra relaxar Bb7Me te deixar louca
Tem CafEb7Mé
Mas prefiro um chá
Que é pra relaxCm7ar e te deixar louca
Tem cafGm7é
Mas prefiro um chá
Que é pra relaxBb7Mar
Segunda Parte
Eu Eb7Mgosto quando você fica louca
Fica assaCm7nhada, fica toda solta
Não faz gracGm7inha pra tirar a roupa
Quer vim por Fcima e comandar a porra toda
E por mEb7Mim pode continuar
E por Cm7mim não tem porque parar
Se é o que Gm7cê quer fazer, então faça
Seguir todas Fregras deixa a vida sem graça
Tem cafEb7Mé
Mas prefiro um chá
Que é pra relaxCm7ar e te deixar louca
Tem cafGm7é
Mas prefiro um chá
Que é pra relaxBb7Mar
Tem CafEb7Mé
Mas prefiro um chá
Que é pra relaCm7xar e te deixar louca
Tem cafGm7é
Mas prefiro um chá
Que é pra relaxBb7Mar
Você já sabe qual Eb7Mé
10.
Preconceito
Tom: CmAvançadoCm
Ab
Eb
Bb
Bm
B
Primeira Parte
EscrCmacha a vida do pobre
Ou mastiga ou cospe
O faz da vergonha um detento
FAbala do preto, do pardo
Do gordo e do magro
Não fogem ao teu julgamento
JEbulga sem dar chance
DBbe se mostrBmar
O mCmais importante são festas e fotos
Na taça gelada mais um espumante
DesAbeja riquezas pro umbigo
Não deseja nada melhor
Para seu semelhante
SEber sempre o tal
Estar acima dBbo bem dBmo mal
Cm Mas use isso pra ficar mais fAborte
Seja a lâmina que faz o cEborte
E que as palavras, elas sejam o sBbal
E queimem nas ferBmidas de quem o trata mCmal
Preconceito existe temos que vivAber
Todos têm lições ainda a aprendEber
Mas se não é no amor a igualdade e a pBbaz
Então será na dBmor que seremos iguCmais
Segunda Parte
Não Bolha no olho daquele que canta
Teu lixo teu nojo que joga ao chão
Ou dAbas minorias extremas do povo
Que só diminui para sua diversão
PrEbazer do cão
Que forma escravos dBba depressão
SCmaiba que é isso que causa a morte
Das boas ideias da linda expressão
AbIsso envenena mais a vossa alma escura
Que se mantêm perto do chão
QuEber causar dor
Pra aliviBbar sua dor
CmO segredo é se manter em pé
Ab Receber o golpe ter a fé
Eb Que a espada que fere seu algoz
Bb Está viva e afiBmada na sua voz
Cm Lembra que o justo não depõe
Ab Contra a justiça e contra o amor
Eb Não fica I'móvel frente o caos
Bb Nem julga o dBmito não "normCmal"
Primeira Parte
EscrCmacha a vida do pobre
Ou mastiga ou cospe
O faz da vergonha um detento
FAbala do preto, do pardo
Do gordo e do magro
Não fogem ao teu julgamento
JEbulga sem dar chance
DBbe se mostrBar
O mCmais importante são festas e fotos
Na taça gelada mais um espumante
DesAbeja riquezas pro umbigo
Não deseja nada melhor
Para seu semelhante
SEber sempre o tal
Estar acima dBbo bem dBmo mal
CmO segredo é se manter em pé
Ab Receber o golpe ter a fé
Eb Que a espada que fere seu algoz
Bb Está viva e afiBmada na sua voz
Cm Lembra que o justo não depõe
Ab Contra a justiça e contra o amor
Eb Não fica I'móvel frente o caos
Bb Nem julga o dBmito não "normCmal"
Final
Lembre que o rancAbor pode machucEbar Bb
Cm Vista-se de amAbor deixe-se doEbar Bb Cm