
Acordes usados
Am
G
F#m7
Dm
F
E7
Bm7
F/G
Em7
Am7
C#dim
C#
Em
B
B7
D
C7
D#
A7
D7
G7
C
A
E
F#m
Bm
Eb
Gm7
F#7
B4
Bb7
A5
C5
Dm7
E4
Db
G#
C#7
G#7
Bb
F7
G4
G6
Gm
D#dim
D4
Cm7
F6
A#7
D#7
A6
G#m
C#m
C6
1.
Pot Pourri O Velho E A Flor / Veja Voce / Mais Um Adeus
Tom: EAvançadoAm
G
F#m7
Dm
F
E7
Bm7
F/G
Em7
Am7
C#dim
C#
Em
B
B7
D
C7
D#
A7
D7
G7
C
POT POURRI O VELHO E A FLOR/VEJA VOCÊ/MAIS UM ADEUS
(Toquinho / Vinícius de Moraes)
AmAmAmAmAmAm
AmPor céus e mares eu Am G andei
Amvi G um poeta e vi F#m7 um rei
Dmna F esperança de E7 saber o E7que é o a - Ammor Bm7 E7
AmNinguém sabia Am G me dizer
Ameu G já queria até F#m7 morrer
DmquaFndo um velhinho com E7uma flor E7assim fa - Amlou: Bm7 E7
O amAmor F/Gé o cAmariGnho,F#m7
é o espi - DmnhoF que E7não se vê Am em cada flor Bm7 E7
Amé F/Ga vida Am quGando F#m7
chega sangran - Dmdo F aber E7- ta E7em Ampétalas de amor Bm7 E7
AmPor céus e mares euF/G andei Am G
o amor é o cari - nho,
vi uF#m7m poeta e vi um rei
é o espinho
Dm F na esperançE7a deE7 saber o que é o Amamor Bm7 E7
que não se vê em cada flor
Am ninguém sabia me AmdizGer Am G
é a vida quando
eu já queria até F#m7 morrer Dm F
chega sangrando
quando um velhinho coE7m uma flor assE7im faloAmu
aber- ta em pétalas de amor
B7/9+
Quem te viu e quem te vê eh! REm7apaz, você tinha era manias E7demais Am7 C#dim
Veja você, eu que tanto cuidei minha paz
Mais ai o amor chC#egou,desarmEmou Ba sua pAmaz, despediu seu desamAmor Gpra nunca mais F#m7 B7
Tenho o peito doendo, sangrando de amor ,por demais
Algum diB7a você vai cEmompreender a extensão de tE7odo bem que eu lhAm7e fizAm G C#dim
A go ra eu sei a extensão da loucura que fiz
E você há de dC#izer,eu agoraEm soBu feliz queAmm te viu e quem Amte Gvê, eh! F#m7 rapaz B7 Em
Eu que acordo cantan do, sem medo de ser in feliz
E7
O amAm7or é uma agB7onia Em Em D Vem de noite vC#ai B7 de dia F
É umE7a alegrAm7ia e B7de repeEmnte Em D Uma vontade C7de choraB7r Em B7 B7
EmMais umD# aEmdeuDs C#
Olha benzinho cuidado com o seu resfriado, não pegue sereno
uma se. .C7 . pa B7 ração F E7
não tome gelado, o gim é um veneno, cuidado benzinho não beba demais
Outra vA7ez A7 so..D7..li...G7....dãoG7
Se guar de para mim
OCutra veC#z sofrimen...C7 to B7
A ausên cia é um sofrimen to
EmMais umD# adEmeusD C#
E se tiver um momento me escreva um carinho e mande dinheiro
Que não po C de eB7spe rar F ô, E7
Pro apartamento, porque o vencimento não é como eu, não pode esperar
O amAm7or é uma agB7onia Em Em D Vem de noite vC#ai B7 de dia F
É umE7a alegrAm7ia e B7de repeEmnte Em D Uma vontade C7de choraB7r Em B7 B7
(fade out)
2.
Congada
Tom: AAvançadoA
E
Em
D
C
F#m
Bm
A7
BeneditoA santo de JesusE querido A
ValhaE-me Deus qAue eu tenhoE sofrido A
BeneditAo santo de JesusE querido A
ValhaE-me Deus qAue eu tenhoE sofrido A
Que santo é aquele queEm vem no andor D
E são beneditoC enfeitado de flor F#m
Que santo é aquele queEm vem no andor D
E são beneditoC enfeitado de flor F#m
E conga,A é conga, é cEongada bate marimba e taDmbor A
Vou pegaF#mr minha espada que eBmu também sou lutEador A
E conga,A é conga, é cEongada bate marimba e taDmbor A
Vou pegaF#mr minha espada que eBmu também sou lutEador A
Sou do litoralA7 do norte Dsou filho de pEescador A
BatF#mizado pela morte Bme criado peEla dor A
Vou lutaA7r pelo reinado cDontra o embaixEador A
Vou lutaF#mr pelo o reinadBmo
Pois contra o pecado não Ehá vencedor A
E conga,A é conga, é cEongada bate marimba e taDmbor A
Vou pegaF#mr minha espada que eBmu também sou lutEador A
E conga,A é conga, é cEongada bate marimba e taDmbor A
Vou pegaF#mr minha espada que eBmu também sou lutEador A
Eu cresciA7 numa jangada eu nDão vivi, só lutei E A
Vou entrarF#m nessa congada eBmu vou lutar pelo reEi A
O rei tem A7que ser honesto pra Dpoder fazer a lEei A
A sua lei eF#mu me presto mBmas se ele é honesto, eu nãoE sei A
E conga,A é conga, é cEongada bate marimba e taDmbor A
Vou pegaF#mr minha espada que eBmu também sou lutEador A
E conga,A é conga, é cEongada bate marimba e taDmbor A
Vou pegaF#mr minha espada que eBmu também sou lutEador A
Que santo é aquele queEm vem no andor D
E são beneditoC enfeitado de flor F#m
Que santo é aquele queEm vem no andor D
E são beneditoC enfeitado de flor F#m
E conga,A é conga, é cEongada bate marimba e taDmbor A
Vou pegaF#mr minha espada que eBmu também sou lutEador A
E conga,A é conga, é cEongada bate marimba e taDmbor A
Vou pegaF#mr minha espada que eBmu também sou lutEador A
E conga,A é conga, é cEongada bate marimba e taDmbor A
Vou pegaF#mr minha espada que eBmu também sou lutEador A
E conga,A é conga, é cEongada bate marimba e taDmbor A
Vou pegaF#mr minha espada que eBmu também sou lutEador A
3.
Deixa Clarear
Tom: DAvançadoD7
B7
Em
Eb
D
C
A7
Em7
F
G7
Gm7
Bm7
F#7
B4
F#m7
Bb7
Ainda é madrugD7ada
B7 Deixa clarearEm Em Eb
Em DDeixa o sol vir douEmrarC os cabelos da auD7rora A7
D7 Deixa o dia lá fora
Cantar a cançEm7ão dos pardais
C#m7/5b
É cedo, meu amor
FA7ica um pouquinho mD7ais A7
Ainda é madrugD7ada
B7 Chega mais pra Emcá Em F G7
E espera cGm7larear D7 A7
Ainda é madrugD7ada
B7 Deixa clarearEm Em Eb
Em DDeixa o sol vir douEmrarC os cabelos da auD7rora A7
D7 Deixa o dia lá fora
Cantar a cançEm7ão dos pardais
C#m7/5b
É cedo, meu amor
FA7ica um pouquinho mD7ais A7
Ainda é madrugD7ada
B7 Chega mais pra Emcá Em F G7
E espera cGm7larear D7 Bm7 B7
EmDeixa que o sol nos encA7ontre no ato do aD7mor
E chorando de inveja F#7
Vá morrendo de B4dor se B7por
EmSó quando a lua no cA7éu se deitar pra dormF#m7ir
Ebº
No seu leito de estrelas
É hora de Em7ir...A7 F#m7de ir B7 B7
EmMas quando o sol se ofusA7car na luz do teu olF#m7har
É melhor outra vez esperar clareEm7ar, cBb7la ?A7 re - D7ar A7
Ainda é madrugD7ada
B7 Deixa clarearEm Em Eb
Em DDeixa o sol vir douEmrarC os cabelos da auD7rora A7
D7 Deixa o dia lá fora
Cantar a cançEm7ão dos pardais
C#m7/5b
É cedo, meu amor
FA7ica um pouquinho mD7ais A7
Ainda é madrugD7ada
B7 Chega mais pra Emcá Em F G7
E espera cGm7larear D7 A7
Ainda é madrugD7ada
B7 Deixa clarearEm Em Eb
Em DDeixa o sol vir douEmrarC os cabelos da auD7rora A7
D7 Deixa o dia lá fora
Cantar a cançEm7ão dos pardais
C#m7/5b
É cedo, meu amor
FA7ica um pouquinho mD7ais A7
Ainda é madrugD7ada
B7 Chega mais pra Emcá Em F G7
E espera cGm7larear D7
4.
Morena de Angola
Tom: EMédioE
F#m
B7
MorenEa de AngF#mola que leva o chocalho amarrado na canela
SerB7á que eEla mexe o chocalho ou o chocalho é que mexe com ela?
F#mMorena de Angola que leva o chocalho amarrado na canela
SerB7á queE ela mexe o chocalho o u o chocalho é que mexe com ela?
F#mSerá que a morena cochila escutando o cochicho do chocalho?
SerB7á queE desperta gingando e já sai chocalhando pro trabalho?
MorenEa de AF#mngola que leva o chocalho amarrado na canela
SerB7á queE ela mexe o chocalho o u o chocalho é que mexe com ela?
F#mSerá que ela tá na cozinha grisando a galinha cabitela?
B7Será Eque esqueceu da galinha e ficou batucando n a panela?
F#mSerá que no meio da mata, na moita , a morena ainda chocalha?
B7SerEá que ela não fica afoita pra dançar na chama da batalha?
EMoF#mrena d e Angola que leva o chocalho amarrado na canela
B7PasEsando pelo regimento ela faz requebrar a sentinela
EIá, iá, iá
F#mIá, iá, iá
B7Iá, iá, iá
EIá, iá, iá
EMoF#mrena d e Angola que leva o chocalho amarrado na canela
B7SerEá que ela mexe o chocalho o u o chocalho é que mexe com ela?
F#mSerá que quando vai pra cama a morena se esquece do chocalho?
B7SerEá que namora fazendo cochicho com seus penduricalhos?
EMoF#mrena d e Angola que leva o chocalho amarrado na canela
B7SerEá que ela mexe o chocalho o u o chocalho é que mexe com ela?
F#mSerá que ela tá caprichando no peixe que eu trouxe de Benguela?
B7SerEá que tá no remelexo e abandonou meu peixe na tigela?
F#mSerá que quando fica choca põe de quarentena o seu chocalho?
B7SerEá que depois ela bota a canela no nicho do pirralho?
F#mMorena de Angola que leva o chocalho amarrado na canela
B7Eu Eacho que deixei um cacho do me u coração na catundela
EIá, iá, iá
F#mIá, iá, iá
B7Iá, iá, iá
EIá, iá, iá
EMoF#mrena d e Angola que leva o chocalho amarrado na canela
B7SerEá que ela mexe o chocalho o u o chocalho é que mexe com ela?
EIá, iá, iá
F#mIá, iá, iá
B7Iá, iá, iá
EIá, iá, iá
F#mMorena de Angola que leva o chocalho amarrado na canela
B7MorEena bichinha danada, minha cama rada do Emepela
5.
Homenagem à Velha Guarda
Tom: AAvançadoA
A5
Bm
E7
Dm
G
C
C5
Dm7
Gm7
C7
F
Em7
Am7
G7
E4
Db
Bm7
G#
F#m
C#7
D7
F#7
F#m7
G#7
B7
Am
AUm chA5orinho me Bmtraz E7
Muitas recordaAções
DmQuando Go sCom dos C5regioDm7nais
GInvadia os saClõesGm7
E C7eraF sDmempre um clima dEm7e feAm7stas
Se fazia sereDm7stasG7
Parando nos portE4õesE7
Quando havia os balcAões
DbSob a luz da LBm7ua
E a E7chama dos AlampA5iões à Bmgás E7
Clareando os seArões
DmSempGre cCom geC5ntis casDmais G7
Como os anfitriCões Gm7
C7E eFraDm uma gente tão honEm7estaAm7
Em casinhas modDm7estas G7
Com seus caramanchE4ões E7
Reunindo os chorAõesG#
F#mEra uma flauta de pBmrata
A chorar serC#7enatas, modD7inhas, canC#7ções F#7
Pandeiro, um cavaquinho e dois violõesF#7 Bm7
Um bandolim bonito e um violão sete coF#m7rdas
Fazendo dG#7esenhos C#7nos bordF#m7ões G# C#7
F#m7Um clarinete sBm7uave
E um trombone no gC#7rave a arrasD7tar os coraçC#7ões F#7
Piano era o do tempo do OdeonF#7 Bm
De vez em quando um sax-tenor
E a abeF#m7rtura do fole imorG#7tal do acorC#7deomF#m7 B7 E4 E7
MAas já sA5ão pra Bm7nós E7
Meras evocaçAões
DmTudoG7 jáC fiC5cou pra Dmtrás G
Passou nos carrilChõesGm7
C7QuaFseDm ninguém se manifEm7esta Am7
Pouca coisa hoje rDmesta G7
Lembrando os tempos boE4ns E7
Dessas reuniAões A E7 Am E7 Am
6.
Sagarana
Tom: AAvançadoC
Bb
Em
A
F
G
Am
Dm
F7
G4
G#7
G7
G6
D
AC vBber,C nBbo em-sido
Pelos campos-claro: estórias
Se deu passado esse caso
Vivência é memória
Nos Gerais
A honra é-que-é-que se apraz
Cada quão
Sabia sua distinção
Vai que foi sobre
Esse era-uma-vez, 'sas passagens
Em
Morava o casal: personagens
Personagens, personagens
A
Tinha o morenês que se quer
Verdeolhar
Dos verdes do verde invejar
Dentro lá deFles
Diz-que exisGtia outro geCrais Bb
QCueBbm oC qBbual, dono seu
Esse era erroso, no à-ponto-de ser feliz demais
Ao que a vAmida, no bem e no mDmal diviAmdida
Um dia ela F7dá o que faG4ltou... G#7ô, ô,G7 ô...
ÉC bBburiCtiBb, buritizais
É o batuque corrido dos gerais
O que aprendi, o que aprenderás
Que nas veredas por em-redor sagarana
Uma coisa e o alto bom-buriti
Outra coisa é o buritirana...
AC pBboisC qBbue houve
No tempo das luas bonitas
Um moço êveio:
- Viola enfeitada de fitas
Vinha atrás
De uns dias para descanso e paz
Galardão:
- Mississo-redó: Falanfão
No-que: "-se abanque..."
Que ele deu nos óio o verdêjo
Foi se afogando
Pensou que foi mar, foi desejo...
Era ardor
Doidava de verde o verdor
E o rapaz quis logo querer os gerais
E a dona deFles:
"-Que sim", que ela Gdisse verdCealBb
QCueBbm oC qBbual, dono seu
Vendo as olhâncias, no avôo virou bicho-animal:
- Cresceu nas fAmacas:
- O moço fiDmcou sem ser maAmcho
E a moça ser vF7erde ficG6ou... ôG#7, ô,G7 ô...
ÉC bBburiCtiBb, buritizais
É o batuque corrido dos gerais
O que aprendi, o que aprenderás
Que nas veredas por em-redor sagarana
Uma coisa e o alto bom-buriti
Outra coisa é o buritirana...
Quem quBbiser que cante ouCtra
Mas à-mBboda dos geCrais
BuriBbti: rei das veCredas
GuimarDães: buritizCais!
7.
Umas e Outras
Tom: GmAvançadoGm
D#dim
Dm7
A7
D4
D7
G7
Cm7
F6
A#7
D#7
A6
A5
Gm7
C7
D#
GmSe uma nunca tem sorriso, é pD#dimra melhor se resGmervar
E diz que espera o paDm7raíso e aA7 hora de desabaD4far D7
A viG7da é feita de um roCm7sário que cF6usta tanto a se acA#7abar D7
Por iGmsso às vA#7ezes ela pD#7ára e sA6enta um pA5ouco pra chD7orar D7
Gm Gº F#º
Que dia!
Gm7Nossa, pra que tanta cC7onta
Já perdi a coGm7nta de tanto reD4zar D7
Se a ouGmtra não tem paraíso, nãD#o dá muita importância, GmnãoGm7
Pois já forjou o seu soDm7rriso e fA7ez do mesmo profiD4ssão D7
A viG7da é sempre aquela dCm7ança aoF6nde não se escolhe oA#7 par D7
Por iGmsso às vA#7ezes ela cD#7ansa e A6senta um A5pouco pra cD7horar D7
Gm Gº F#º
Que dia!
Gm7Puxa, que vida dC7anada
Tem tanta calGm7çada pra se camD4inharD7
Mas todGma santa madrugada quaD#ndo uma já sonhou com DeGmus
E a outra, triste namorDm7ada, coitA7ada, já deitou com os sD4eus D7
O acG7aso faz com que essas Cm7duas, queF6 a sorte sempre sepaA#7rou D7
Se crGmuzem pela A#7mesma D#7rua olhA6ando-se cA5om a mesma D7dor D7
Gm Gº F#º
Que dia!
Gm7Puxa, que vida dC7anada é tanta calGm7çada pra se camiD4nhar D7
Gm Gº F#º
Que Dia!
Gm7Nossa pra que tanta coC7nta, já perdi a Gm7conta de tanto rD4ezar D7
Gm Gº F#º
Que dia!
Gm7Puxa, que vida comC7prida, pra que tanta vGm7ida pra D4genteD7 desaGmnimar
8.
Como É Grande E Bonita A Natureza
Tom: EAvançadoE
A
B
G#m
C#m
E Andorinha é a presa do picanço
A Beija-flor todo dBia a flor beija
E E a pequena florAesta onde eu descanso
B É um mundo de fAera e de preEsa
E Quero muito zelar pela pureza
A Pelo rei, pela fBada, pelo santo
G#m Escondendo na C#mmata o meu espanto
A Como é grande e bonBita a naturezEa
E Oiê,oiêA,como é grande e bonBita a naturezEa
E Oiê,oiêA,como é grande e bonBita a naturezEa
E Eu me chamo João, Joana chama
A Pra mostrar verdes Bolhos, verde queixa
E Pra plantar minha crAença galopando
B Quero sol, quero chAuva que despeEja
E Minha força taí nessa peleja
A No rastejo arrasBtado do meu chão
G#m Vou fazendo do mC#mote o meu refrão
A Como é grande e bonBita a naturezEa
E O cometa que passa vai passando
A E a estrela do nBorte pestaneja
E Zelação pelo cAéu alumiando
B No clarão da manhAã a noite fecEha
E Minha sorte no meio dessa riqueza
A Meu desejo, meu sBonho, meu sertão
G#m Meu inverno é a proC#mmessa de um verão
A Como é grande e bonBita a naturezEa
E Eu sou feito da força do remanso
A A paulada no cBouro me desfecha
E No momento da fAome eu me avanço
B Pra comer como tAudo que me deiExa
E A coragem embarcou nessa afoiteza
A Minha sede abre a Bboca num rasgão
G#m Que não sofra por C#mmim, viu meu irmão
A Como é grande e bonBita a naturezEa
9.
Conto de Areia
Tom: CMédioC6
F6
G7
A7
Dm
É águaC6 no mar, é maré cheia ô,F6 mareia ô mG7areia,C6 é água no mar
C6É água no mar é maré cheF6ia ô maG7reia ô maC6reia
Contam que toda trisA7teza que tem na DmBahia
NG7asceu de uns olhos morenos molhados deC6 mar
Não sei se é conto de aA7reia ou se é fanDmtasia
Que a luz da caG7ndeia alumia pra gente coC6ntar
Um dia a morena enfA7eitada de rosas e rDmendas
AbG7riu seu sorriso de moça e pediu pra dC6ançar
A noite emprestou as esA7trelas bordadas de prDmata
E as águas de AmaG7ralina eram gotas de lC6uar
Era um peito A7só cheio de promDmessa era só
Era um peito G7só cheio de promeC6ssa era só
Quem A7foi que mandou o sDmeu amor se faG7zer de canC6oeiro
O vento que rA7ola nas paDmlmas arG7rasta o velC6eiro
E leva pro mA7eio das ágDmuas G7de IemC6anjá
E o mestre vA7alente vagDmueia olhando pra arG7eia sem poder cC6hegar
Adeus aG7mor, aC6deus A7meu amor Dmnão me esG7pere porque eu já vou me emC6bora
Pro reino que eA7sconde os teDmsouros dG7e minha seC6nhora
Desfia coA7lares de coDmnchas pG7ra vida pC6assar
E deixa de A7olhar pro veDmleiro
Adeus meu G7amor eu não vou mais vC6oltar
Foi beira-Dmmar, G7foi beira-mC6ar quem chamou
A7Foi beira-Dmmar ê, G7foi beirC6a-mar
10.
Casinha Pequenina
Tom: BmAvançadoBm
Em
F
F#7
B7
A7
D
BmTu não te lembras da caEmsinha pequenina
F Onde o nosso amor nasBmceu
BmTu não te lembras da caEmsinha pequenina
F Onde o nosso amor naBmsceu
EmTinha um coqueiro do lBmado
Que coitado de sauF#7dade já morBmreu B7
EmTinha um coqueiro do lBmado
Que coitado de sauF#7dade já morrBmeu
É veEmrdade A7 é veDrdade Bm
CoEmqueiro deu um susF#7piro e morBmreu B7
É veEmrdade A7 é verDdade Bm
O rEmesto dessa saF#7udade sou Bmeu
BmF#7BmF#7Bm
BmTu não te lembras da caEmsinha pequenina
Onde o nosso amor nasBmceu
BmTu não te lembras da casinha pequEmenina
Onde o nosso amor naBmsceu
EmTinha um coqueiro do lBmado
Que coitado de sauF#7dade já morBmreu
EmTinha um coqueiro do lBmado
Que coitado de sauF#7dade já morrBmeu
É veEmrdade A7 é veDrdade Bm
CoEmqueiro deu um susF#7piro e morBmreu B7
É veEmrdade A7 é verDdade Bm
O rEmesto dessa saF#7udade sou Bmeu
É veEmrdade A7 é veDrdade Bm
CoEmqueiro deu um susF#7piro e morBmreu B7
É veEmrdade A7 é verDdade Bm
O rEmesto dessa saF#7udade sou Bmeu