toca aquela
Baitaca
Chord Booklet

Baitaca

10 songs|13 chords used|Easy

Chords used

××D
×A7
G
G7
×C
×A
E7
×B7
E
F
Bb
×C7
××D7
1.

História Do Tico

Key: DEasy
××D
×A7
Conheci um tDipo, apelidado de TA7ico
Gostava de meter o bico em baile, festa e carrDera
Torto, careca, tipo grosso e tabaA7cudo
Fedorento e cabeçudo e tudo levado a casqDueira
Analfabeto, Dmal vestido e sem vaA7lor
Metido a conquistador, apaixonado por fandDango
Tomava um trago e depois que se embriaA7gava
Pagava a entrada e entrava e já seguia esculhamDbando
Te acalma TDico, por favor te ajeita TA7ico
Que a mulherada promete te dar o fDim
Tipo tarado, enxerga mulher já se avA7ança
Vá pedi pro segurança agarrá o Tico pra mDim
Te acalma DTico, por favor te ajeita TA7ico
Ache uma prenda que te tape de carDinho
Tu reconheça que tem que criá respA7eito
Se continuar deste jeito tu vai acabar sozDinho A7 D A7
O Tico véiDo é desses criado em bombaA7cha
Bebe um pouco e se emborracha e começa a fazer foDlia
Até nos quarto, Tico vem e Tico vA7ai
E naquele entra e sai, incomoda até clariá o Ddia
Num canto escDuro que o segurança não vA7iu
O bagaceira cuspiu nas pernas de uma senDhora
Pois só Deus sabe a vergonha que eu paA7ssei
Embrabeci e me invoquei, tirei o Tico pra fDora
Te acalma TDico, por favor te ajeita TA7ico
Vê se me entende, por incrível que paDreça
Vi uma mulher gritar no meio do poA7vo
Que se tu entrar de novo te dá um táio na caDbeça
DTe acalma Tico, por favor te ajeita A7Tico
Ache uma prenda que te tape de carDinho
Tu reconheça que tem que criá respeA7ito
Se continuar deste jeito tu vai acabar soziDnho
Lá pelas tDantas o Tico se revolA7tou
Embrabeceu e levantou, tipo lacaio e fiasquDeiro
Chamou o porteiro de beiçudo e boca-tA7orta
Escarrou grosso na porta já loco pra entrar pra deDntro
Disse o portDeiro, índio de muita corA7agem
Já falei com a patronagem, aqui tu não voltDa mais
Se revoltaram e fizeram-lhe um tempo quA7ente
Cuidavam o Tico na frente e o Tico entrava por tDrás.
Te acalma DTico, por favor te ajeita TA7ico
Garra capricho e não me volta mais pra sDala
Que eu já rezei pedindo perdão pra CrA7isto
Porque eu nunca tinha visto um tipo da tua igDual
Te acalma TDico, por favor te ajeita TiA7co
Ache uma prenda que te tape de carDinho
Tu reconheça que tem que criá respA7eito
Se continuar deste jeito tu vai acabar sozDinho
2.

Nego Bom

Key: GEasy
G
××D
G7
×C
GEu nasci pra fazer versoD Cresci fazendoG aventura
Já trabalhei no pesado D Fui peão de prefeitura G
Quando comecei cantar TudDo mudou de figura G
Deixei pra trás G7o passado QCue é como diz o ditadDo
Nego bom não se mistura G
Nego bom Dnão se mistura Deixei pra trás o passaGdo
Que é como diz o G7ditado NegoC bom não se mDistura Refrão G
GTem coisas que não me agDrada Mas minha paciência atura G
DNão me lambuzo em melado GNunca comi rapadura
Não gosto de mulher feiDa Me dá remorso a feiura G
Se elas falarem G7de mim Eu rCespondo bem assim D
Nego bom não se mistura G
Nego bom não se miDstura Se elas falarem de mim G
Eu respondo bem aG7ssim Nego bCom não se misDtura G
GPra mulher falo a verdadDe Pode crer na mGinha jura
Não gosto de mulher magDra Perninha de saracura G
Minha mulher é gordinhaD Eu gosto só de fofura G
Gosto muito do rG7etouço MinhCa vida é um colosso D
E nego bom não se mistura G
Nego bom Dnão se mistura Gosto muito do rGetouço
Minha vida é um cG7olosso E neCgo bom não seD mistura G
GSe eu bebo fico "mabal" DCinco ou seis não me segGura
E quando chega a políciDa Dizendo ninguém te aturGa
Me recolhem pra'o xadreDz Me botam na pedra pura G
Meu direito eu sG7olicito E eCu quero ficar solito D
E nego bom não se mistura G
Nego bomD não se mistura Meu direito eu sGolicito
E eu quero é ficaG7r solito E Cnego bom não Dse mistura G
GNo dia em que eu morrer DFaçam festa com Gfartura
Não quero muita tristezDa Nem caixão de tábua duraG
Quero bem curtinha as vDela Velório meio às escurGa
Me enterrem num G7campo abertCo Quero só gado por peDrto
E nego bom não se mistura G
Nego bom não se mistura Me enDterrem num campo abGerto
Quero só gado porG7 perto E neCgo bom não seD mistura G
3.

Campeiro Que Canta Triste

Key: AEasy
×A
E7
A
Olhei um resto de campo E7
E escrevi esta canção A
O que me faz cantar triste E7
É esta destruição A
Tão acabando nossos campos E7
Estão arando nosso chão A
(E quando eu canto me arrepia E7
E me dói no coração) (2x) A
Tão destruindo nossos campos E7
Sou campeiro das missões
Meu peito é forte e resiste, A
(Mas é por estas razões E7
Que um campeiro canta triste) (2x) A
AE7AE7A
Os mato grande da estância E7
Já estão tudo derrubado A
Onde eu comia Guavirova e AriticuE7m
E procurava gado alçado A
As nossas caças selvagens E7
Já não existe mais nada A
(Bicho de pelo e de pena tão morrendo E7
Nas lavoura envenenada) (2x) A
Tão destruindo nossos campos E7
Sou campeiro das missões
Meu peito é forte e resiste A
(Mas é por estas razões E7
Que um campeiro canta triste) (2x) A
AE7AE7A
Estância grande são poucas E7
Tão repartida em piquete A
Os domadores tão mudados E7
Existem poucos ginetes A
Já não golpeiam mais no queixo E7
Potranca xucra ou bagual A
(Tão estragando os cavalos E7
Com esta doma racional) (2x) A
Tão destruindo nossos campos E7
Sou campeiro das missões
Meu peito é forte e resiste A
(Mas é por estas razões E7
Que um campeiro canta triste) (2x) A
AE7AE7A
A agricultura tá acabando E7
Com a parte financeira deste povo A
Este meu verso é um apelo pra que voltem E7
Para a pecuária de novo A
Pois o meu canto é realidade E7
É cerne de Cabreúva A
(Gado não seca com o sol, meu patrãoE7
Nem apodrece com a chuva) (2x) A
Tão destruindo nossos campos E7
Sou campeiro das missões
Meu peito é forte e resiste A
(Mas é por estas razões E7
Que um campeiro canta triste) (2x) A
A
E7AE7A
4.

Do Fundo Da Grota

Key: EmEasy
×B7
E
Fui criado na campanha
Em rancho de barro e caB7pim
Por isso é que eu canto assim
Pra relembrá meu pasEsado
Eu me criei arremendado
Dormindo pelos galB7pão
Perto de um fogo de chão
Com os cabelo enfumaçEado
Quando ronca a estrela DB7'alva
Aquento a chaleira
Já quase no clariá o dEia
Meu pingo de arreio
Relincha na estreB7varia
Enquanto uma saracura
Vai cantando empulerEada
Escuto o grito do soB7rro
E lá no piquete
Relincha o potro tordEilho
Na boca da noite
Me aparece um zorB7rilho
Vem mijá perto de casa
Pra inticá com a cachorErada
Numa cama de pelego
Me acordo de madruB7gada
Escuto uma mão pelada
Acoando no banhadEal
Eu me criei xucro e bagual
Honrando o sistema anB7tigo
Comendo feijão mexido
Com pouca graxa e sem sEal
Quando ronca a estrela DB7'alva
Aquento a chaleira
Já quase no clariá o dEia
Meu pingo de arreio
Relincha na estreB7varia
Enquanto uma saracura
Vai cantando empulerEada
Escuto o grito do sB7orro
E lá no piquete
Relincha o potro tordEilho
Na boca da noite
Me aparece um zorB7rilho
Vem mijá perto de casa
Pra inticá com a guaipeEcada
Tô formando um alambrado
Na beira de um corredB7or
No cabo de um socador
Quas mão rodeada de cEalo
No meu mango eu dou de estalo
E sigo a minha campeiB7rada
E ma perdiz ressabiada
Voa e me espanta o cavEalo
Quando ronca a estrela DB7'alva
Aquento a chaleira
Já quase no clariá o dEia
Meu pingo de arreio
Relincha na estreB7varia
Enquanto uma saracura
Vai cantando empulerEada
Escuto o grito do sB7orro
E lá no piquete
Relincha o potro tordEilho
Na boca da noite
Me aparece um zorB7rilho
Vem mijá perto de casa
Pra inticá com a cachorErada
Lá no canto do capão
O assoviar de um namB7bú
Numa trincheira o jacú
Grita o sabiá nas pitEanga
E bem na costa da sanga
Berra a vaca e o beB7zerro
No barulho dos cincerro
Eu encontro os bois de cEanga
Quando ronca a estrela DB7'alva
Aquento a chaleira
Já quase no clariá o dEia
Meu pingo de arreio
Relincha na estreB7varia
Enquanto uma saracura
Vai cantando empulerEada
Escuto o grito do soB7rro
E lá no piquete
Relincha o potro tordEilho
Na boca da noite
Me aparece um zorB7rilho
Vem mijá perto de casa
Pra inticá com a cachorErada
5.

Castração A Pialo

Key: FMedium
F
Bb
×C7
FLevantando poeira o sinuBbelo Fberra
Batendo sinceros sobre o pastoreC7io
Refuga o mestiço e vem golBbpeando o C7laço
BbCincha o meu picC7aço atirando o frFeio
Cevei o meu mate bem de BbmadrugFada
Comecei a lida no clarear do diaC7
Num fundão de campo a gritarBb com a boC7iada
BbPra vir pra manC7gueira numa manhã Ffria
Turuno brasiBbno ariscoF e liBbgeiro
Atiro os pucheiros no meu cusco amiFgo
Garroteando a tropa no berro e no coC7ice
Arrojado e valente a camperear comFigo
Quem tem fé no Bbbraço armada FpachuBbcheira
Retumba o guasqueaço sobre o tirFador
Já cai acarcado ao centro da manC7gueira
BbPronto pra peiC7xeira do peão castraFdor
FBbFC7FBbFC7
Ao chegar a tarde agarrei a cordeona
E fiz a chorona ecoar no espaço C7
Depois encilhei uma égua alazona
Me fui pra mangueira dar um tiro de laçoF
Levantei o braço e mandei o trançado
Pialei um zebu que já tombou berC7rando
Em poucos segundos levantou castrado
Rebatendo o chifre saiu tropicanFdo
A cachaça na gBbuampa reluz a memória
Vai ficar na história o que eu fiz aqFui
Me disse o patrão, faça pra mim agorC7a
Um verso pra estância ItacurumbiF
E de mão-em-mBbão a canha vai e vem
Os bagos na cinza é só bater o tFição
Castração a pialo outra igual nãC7o tem
Este é o ritual aqui do meu rincFão
Ao chegar a tarde agarrei a cordeona
E fiz a chorona ecoar no espaço C7
Depois encilhei uma égua alazona
Me fui pra mangueira dar um tiro de laçoF
Levantei o braço e mandei o trançado
Pialei um zebu que já tombou berC7rando
Em poucos segundos levantou castrado
Rebatendo o chifre saiu tropicanFdo
A cachaça na guBbampa reluz a memória
Vai ficar na história o que eu fiz aqFui
Me disse o patrão, faça pra mim agoC7ra
Um verso pra estância ItacurumbiF
E de mão-em-Bbmão a canha vai e vem
Os bagos na cinza é só bater o tFição
Castração a pialo outra igual nãC7o tem
Este é o ritual aqui do meu rincFão
6.

A Evolução Me Entristece

Key: GEasy
G
××D7
GMinha cama, onde eu sesD7teio é o berço da tradiGção
Eu sou contra a evoluD7ção, preste atenção no que eu dGigo,
Conservo o sistema antD7igo e a nossa estampa campGeira
Quem foi cria missioneD7ira, segue essa estrada coGmigo
Aonde eu abro esse meu pD7eito quem canta pouco se afGasta
O modernismo se entrD7ega sob os meus pés ele se arrGasta
Eu sou a bandeira do Rio D7Grande, sou missioneiro e me Gbasta.
GOs gaúchos, de hoje em dD7ia, esqueceram o campeirGismo
Se entregaram ao moderniD7smo, estão perdendo o apGego
Quando carneiam um borD7rego, cortam a pele pelo meGio
Botam em cima dos arreD7ios uma garra de pelGego.
GGauchada do Rio GrD7ande, vamos se unir mais um pGouco
Não usem bombacha estrD7eita porque isso é traje pra lGouco
E o chapéu muito peqD7ueno só serve pra juntar cGôco.
GTem jovem se destruD7indo e ainda pensa que é felGiz
Respiram um pó no narD7iz já fica louco e se ansGeia
Bota uma argola na orD7elha que é pra enfeitar o esqueGleto
Um silicone nos D7teto e um rabicó nas gadGelha.
GTem magrinho esgualeD7pado, pensa que agüenta o rGepuxo
Só calça tênis de maD7rca e veste terno de lGuxo
Se traja uma vez por D7ano e se considera gaGúcho.
GTem prendas no meu Rio D7Grande fugindo da nossa trGilha
Bancando ser de famD7ília, usando roupa indecGente
Só com uma tira na fD7rente que um xucro vê e se apaGvora
Com quase tudo de fD7ora não tem respeito que agGüente
Domingo no CTD7G se atraca no bariGfum
Mas quando é Segunda-fD7eira bota um vestuário coGmum
E desfila mundo afD7ora mostrando perna e bumbGum.
7.

Caçada De Sapo

Key: DEasy
××D
×A
DAntigameAnte o pobre vivia feDliz
E com essa crise no pAaís
Eu já estou virado em tDrapo
Creio que seAja pior o dia de amaDnhã
Já enjoei de comer Arã
Tô louco pra comer sDapo
Minha vizAinha que era uma boa pesDsoa
"Fumo" nós dois pra laAgoa
Com a água a meia cosDtela
"AproveitAemo" a saída do viDzinho
Ela agarrou o bicAhinho
E "atrafuncou" na panDela
Me convidou pra janAtar
Só pra provar o sapo dDela.
DNa casa dAela eu cheguei "devagaDrinho"
Eu espetei o bicAhinho
E fiz um jantar deliciDoso
Fofo e gordAinho
Parece até que eu tô vDendo
Que eu amanheci coAmendo
Aquele sapo gosDtoso
Eu comi tAanto que fiquei de perna "Dmól"
E já no sair do sAol
Eu tava quase repuDnado
E a minha viAzinha
E dessas que não têm reDtovo
Me disse: espeta de Anovo
E coma bem do teu agrDado
Que o meu marido não Atá
Vamo lograr esse malDvado.
DFalei pra Aela com toda a delicadDeza
Eu me criei na poAbreza
E como a carne que vDier
ApavorAado e quase que me comDovo
Me deu o sapo de nAovo
Pra mim comer no caDfé
E o meu vizAinho é índio xucro e retovDado
Xirú brabo e desconfiAado
Pior do que uma caipDora
E a minha viziAnha me disse
Não faça coDnta
Pegou o meu saco de cAompra
E botou do lado de fDora
Botou o sapo no meu sAaco
E eu tive que levar emDbora.
8.

O Valor Que Uma Mãe Tem

Key: DEasy
××D
×A
G
PrDas crianças do Brasil e para os adultos tambAém
Vou explicar a verdade não quero ofender ninguDém
É um exGemplo educativo pra um povo que quAero bem
Com a moral eu me interço e eu quero mostrar em verso
O valor que uma mãe tDem
SDeja pobre ou seja rica, seja mãe branca ou prAetinha
Ninguém é mais que ninguém é talher da mesma cDozinha
Uma mGãe vale um tesouro, dentro do lar é raiAnha
Sou xucro pior de que um potro eu respeito a mãe dos
Porque eu dou valor a miDnha
MDãe é uma jóia sagrada das mais belas formAosura
Umas passando trabalho e outras vivem na faDrtura
TraGbalhando em escritório e outras na agricAultura
É um sentimento profundo mais tem mãe rolando o mundo
Levando a vida insDegura
UmDa mãe pobre padece pra poder ganhar o Apão
Cria um filho ou uma filha com a maior edDucação
Do Gventre de uma mulher foi que nasceu esAte peão
Pras mãe eu canto com jeito verso
Com calor e respeito
Do fundo do corDação
A toDdas mães desse mundo eu canto e dou garaAntia
Pra minha mãe eu dou carinho em vezes de reDbeldia
DesGejo as mãe dessa terra saúde, paz e harAmonia
Pras mãe que foram pra o céu me ajoelho e tiro o chapéu
E rezo todos os dDias
AqDui vou finalizando num jeito rude e geAntil
Com minha consciência limpa que nem meu céu cor de aDnil
MGãe é palavra sagrada que a gente coloca o tAil
Num simples verso rimado deixo um abraço apertado
A todas mães do BrDasil
9.

Tapera

Key: CMedium
×C
F
Vertente de água, um matinho nos Cfundo
Casebre por fundo, que os oitões caFíram,
Parece mentira, meu primeiro Clar,
Volto a visitar, o meu peito susFpira
Foi lá que mamãe entregou a paCpai,
Um amor sonhado que tanto esperFava
Por isso essa dor do peito não Csai,
Ao ver a tapera que os velhos Fmoravam
Naquele matinho na costa da sCanga
Eu comia pitanga e armava araFpuca
Ali se escondia nosso boi de caCnga
Mugir no arado ferrão de muFtuca
A fonte de água parou de corCrer
Chorei por não ver os meus pés de frutFeira
O coqueiro alto que eu comia coCco
Ainda via o toco da guaviroFveira
Mangueira redonda de vara e tronCqueira,
Cancha de carreira, que o brejo tFapou
A aranha velha de busca partCeira,
Os pés de fruteira que a terra crFiou
A ramada grande que o papai maCteava
Os pés de roseira que mamãe plFantou
A horta de couve que eu tanto cuiCdava
E o forno de barro feitio do voFvô
Me fui nesse trote chasqueiro do teCmpo
Deixei muito longe minha infância pra tFraz
Botei na garupa do meu pensaCmento
Revendo a tapera dos meus velhos pFais
O que a terra cria esse tempo transfoCrma
E jamais retorna do jeito que eFra
No mundo agitado a vida não espeCra
Adeus meu passado, querida tapeFra
10.

Xote De Patrão

Key: BEasy
×B7
E
Uma cordeona um pandeiro e um vioB7lão
E neste xote de patrão eu me entrevero no meEio
Fiz este xote pra dançar afiguB7rado
E neste compasso largado as tradições palanqEueio
Convida a prB7enda bom peão
Segura a preEnda pela mão
Nesse compB7asso levanta poeira do chão
Convida a pB7renda bom peão
Segura a preEnda pela mão
Dança esse xB7ote afigurado de patrão
Com esse xote na sala não sobra espB7aço
E a cordeona num compasso Desses do fundo da grEota
E o patrão por achar uma moda bB7oa
Sai dançando com a patroa de gastar o taco da bEota
Convida a pB7renda bom peão
Segura a preEnda pela mão
Nesse compB7asso levanta poeira do chão
Convida a pB7renda bom peão
Segura a preEnda pela mão
Dança esse xB7ote afigurado de patrão
É cosa linda de se ver a gauchB7ada
E as prenda entreverada neste xote afiguErado
O fim do baile isso é de certaB7mente
Não tem peão descontente nem prenda sem namoErado
Convida a pB7renda bom peão
Segura a preEnda pela mão
Nesse compB7asso levanta poeira do chão
Convida a pB7renda bom peão
Segura a preEnda pela mão
Dança esse xB7ote afigurado de patrão