toca aquela
Arnaldo Antunes
Revistinha de Cifras

Arnaldo Antunes

10 músicas|47 acordes usados|Avançado

Acordes usados

×Am
Em
Bb
×C
××Dm
G
3fr×C/B
E
F
E9
×A9
4fr×C#m7
F#7
4frG#m7
×A
A#
×B
×B7
××D
F#m
×Bm
3frG/F
5fr×D/F
G7
E7
3fr×Cm7
4frG#
F7
3frGm9
×A7
×Bm7
Fm7
×Bb7
×C7
6fr×Ebm
×Bb/F
×Bb/G
××C#7
2fr××××B5
3fr××××C5
6fr××××Eb5
8fr××××F5
××××Bb5
4fr××××C#5
××××A5
10fr××××G5
7fr××××E5
1.

Poder

Tom: AmMédio
×Am
Em
Bb
×C
AmPodEme ser loucura, pode ser razão
Pode ser sim, pode ser não
Pode ser maria, pode ser joão
Pode ser carro, pode ser avião
Pode ser saúde, pode ser educação
Pode ser porta, pode ser portão
Pode ser amor, pode ser prisão
Pode ser drama, pode ser pastelão
Pode ser laranja, pode ser limão
Pode ser bíblia, pode ser alcorão
Pode ser inverno, pode ser verão
Pode ser pé, pode ser mão
Pode ser nevoeiro, pode ser poluição
Pode ser samba, pode ser baião
Pode ser são jorge, pode ser dragão
Pode ser circo, pode ser pão
BbSó não sAmei porqBbue
Eu e voAmcê
Não pode Cnão
AmPodEme ser purê, pode ser pirão
Pode ser rei, pode ser peão
Pode ser chapeuzinho, pode ser lobão
Pode ser raio, pode ser trovão
Pode ser sujeira, pode ser sabão
Pode ser seda, pode ser algodão
Pode ser bermuda, pode ser calção
Pode ser beijo, pode ser chupão
Pode ser reforma, pode ser revolução
Pode ser creme, pode ser loção
Pode ser conselho, pode ser lição
Pode ser gato, pode ser cão
Pode ser fila, pode ser procissão
Pode ser eva, pode ser adão
Pode ser madeira, pode ser carvão
Pode ser antes, pode ser então
BbSó não sAmei porqBbue
Eu e voAmcê
Não pode Cnão
AmPodEme ser guitarra, pode ser violão
Pode ser brocha, pode ser garanhão
Pode ser trepada, pode ser masturbação
Pode ser cama, pode ser chão
Pode ser visita, pode ser invasão
Pode ser regra, pode ser exceção
Pode ser tristeza, pode ser preocupação
Pode ser marte, pode ser plutão
Pode ser xadrez, pode ser gamão
Pode ser sério, pode ser gozação
Pode ser solteiro, pode ser sultão
Pode ser papo, pode ser discussão
Pode ser progresso, pode ser recessão
Pode ser bolsa, pode ser pregão
Pode ser favela, pode ser mansão
Pode ser fim, pode ser introdução
BbSó não sAmei porqBbue
Eu e voAmcê
Não pode Cnão
AmPodEme ser cinema, pode ser televisão
Pode ser cara, pode ser coração
Pode ser mentira, pode ser plantão
Pode ser hobby, pode ser profissão
Pode ser país, pode ser nação
Pode ser santos, pode ser cubatão
Pode ser palpite, pode ser dedução
Pode ser cópia, pode ser invenção
Pode ser cagaço, pode ser precaução
Pode ser frango, pode ser faisão
Pode ser arroz, pode ser feijão
Pode ser juros, pode ser inflação
Pode ser incompetência, pode ser distração
Pode ser águia, pode ser gavião
Pode ser mocinho, pode ser vilão
Pode ser um, pode ser milhão
BbSó não sAmei porqBbue
Eu e voAmcê
Não pode Cnão
AmPodEme ser problema, pode ser solução
Pode ser pobre, pode ser barão
Pode ser biriba, pode ser balão
Pode ser bela, pode ser canhão
Pode ser anágua, pode ser combinação
Pode ser bagre, pode ser salmão
Pode ser geladeira, pode ser fogão
Pode ser pai, pode ser patrão
Pode ser acaso, pode ser intenção
Pode ser pico, pode ser injeção
Pode ser hotel, pode ser pensão
Pode ser arte, pode ser borrão
Pode ser doente, pode ser são
Pode ser áries, pode ser escorpião
Pode ser inteiro, pode ser fração
Pode ser tudo, pode ser tão
BbSó não sAmei porqBbue
Eu e voAmcê
Não pode Cnão
2.

Invejoso

Tom: AmAvançado
×Am
××Dm
G
×C
3fr×C/B
E
F
AmDmGCC/BAmDmEAm
AmDmGCDmAmFE
O Amcarro do vizinho é muito Dmmais possante
E aGquela mulher dele é tão inCteressante
Por Dmisso ele parece muito Ammais potente
Sua Fcasa foi pintada reEcentemente
E Amquando encontra o seu colega Dmde trabalho
Só Gpensa em quanto deve ser o Cseu salário
QueDmria ter a secretária dAmo patrão
Mas Fsua conta bancária já cheEgou no chão
Na Amhora do almoço vai pra Dmlanchonete
ToGmar seu copo d'água e comer Cum croquete
EnDmquanto imagina aquele Amrestaurante
AFonde os outros devem estar Enesse instante
AmInveDmjoso
QueGrer o que é dos outros é o seu Cgozo
E Ffica remoendo até o Dmosso
Mas Esua fruta só lhe dá caroço
AmInveDmjoso
O bGem alheio é o seu desCgosto
QuFeria um palácio suntuDmoso
mas Eacabou no fundo desse poço
DeAmpois você caminha até a aDmcademia
Sem aGutomóvel e também sem Ccompanhia
QueDmria ter o corpo um pouco Ammais sarado
Como Faquele rapaz que malha Edo seu lado
E Amse envergonha de sua própria Dmnamorada
AGchando que os amigos vão faCzer piada
QueDmria uma mulher daquelas Amde revista
FUma aeromoça uma reEcepcionista
E Amquando chega em casa liga Dma tevê
Vê Gtanta gente mais feliz do Cque você
ADmpaga a luz na cama e antes Amde dormir
FiFca pensando o que fazer pra Econseguir
O queAm é dos Dmoutros
QueGrer o que é dos outros é oC seu gozo
E Ffica remoendo até o Dmosso
Mas Esua fruta só lhe dá caroço
AmInveDmjoso
O Gbem alheio é o seu Cdesgosto
QueFria um palácio sunDmtuoso
mas Eacabou no fundo desse poço
AmInveDmjoso
QueGrer o que é dos outros é o seu Cgozo
E Ffica remoendo até o Dmosso
Mas Esua fruta só lhe dá caroço
AmInveDmjoso
O Gbem alheio é o seu desCgosto
QueFria um palácio sunDmtuoso
mas Eacabou no fundo desse poço
3.

O Que Você Quer Saber De Verdade

Tom: EAvançado
E
E9
×A9
4fr×C#m7
F#7
4frG#m7
F
×A
A#
×B
G
×B7
EE9A9
C#m7 VaiE sem F#7direção
C#m7 Vai ser F#7livre
C#m7 A trisF#7teza não
C#m7 Não reF#7siste
C#m7 Jogue seus caF#7belos no G#m7vento
Não F#7olhe pra trás
C#m7 Ouça o barulhF#7inho que o G#m7tempo
No F#7seu peito faz
C#m7 Faça sua Fdor dançar
A Atenção para escutar
A# Esse movimento queC#m7 trazB pC#m7az G
CFada folha que cair
CBada nuvem que pB7assar
A Deixa a terra respirar
A# Pelas portas e janelaC#m7s dasB cC#m7asas G
FAtenção para escutar
OB que você quer sB7aber de verdade
EE9A9
C#m7 VaiE sem F#7direção
C#m7 Vai ser F#7livre
C#m7 A trisF#7teza não
C#m7 Não reF#7siste
C#m7 Jogue seus caF#7belos no G#m7vento
Não F#7olhe pra trás
C#m7 Ouça o barulhF#7inho que o G#m7tempo
No F#7seu peito faz
C#m7 Faça sua Fdor dançar
A Atenção para escutar
A# Esse movimento queC#m7 trazB pC#m7az G
CFada folha que cair
CBada nuvem que pB7assar
A Deixa a terra respirar
A# Pelas portas e janelaC#m7s dasB cC#m7asas G
FAtenção para escutar
OB que você quer sB7aber de verdade
EE9A9
EF
E Jogue seusF#7 cabelos G#m7no vento
Não F#7olhe pra trás
C#m7 Ouça o barulhF#7inho que o G#m7tempo
No F#7seu peito faz
C#m7 Faça sua Fdor dançar
A Atenção para escutar
A# Esse movimento queC#m7 trazB pC#m7az G
CFada folha que cair
CBada nuvem que pB7assar
A Deixa a terra respirar
A# Pelas portas e janelaC#m7s dasB cC#m7asas G
FAtenção para escutar
OB que você quer sB7aber de verdade
EE9A9
4.

Que Me Continua

Tom: DAvançado
××D
×A
F#m
×Bm
Em
G
3frG/F
DAF#mBmBmA
A
Se ando cheio, me dilDua.
ASe estou no meio, conclBmua.
ASe perco o freio, me obstrDua.
ASe me arruinei, reconstrBmua.
ASe sou um fruto, me rDoa.
ASe viro um muro, me rBmua.
ASe te machuco, me dDoa.
ASe sou futuro, evolBmua. A
EmVocê que me continuDa.
F#mVocê que me continuaBm.
EmVocê que me continuDa.
F#mBm
A
Se eu não crescer, me destDrua.
ASe eu obcecar, me distrBmaia.
ASe me ganhar, distribDua.
ASe me perder, subtraBmia.
ASe estou no céu, me abenDçoe.
ASe eu sou seu, me possuBma.
ASe dou um duro, me suDe.
ASe sou tão puro, poluBma.
EmVocê que me continDua.
F#mVocê que me continuaBm.
EmVocê que me continDua.
F#mBm
A
GG/FEmA
GG/FEmA
GG/FEmA
A
Se sou voraz, me sacDie.
ASe for demais, atenBmue.
ASe fico atrás, assobDie.
ASe estou em paz, tumulBmtue.
ASe eu agonio, me alivDie.
ASe me entedio, me dê rBmua.
ASe te bloqueio, desviDe.
ASe dou recheio, usufruBma. A
EmVocê que me continDua.
F#mVocê que me continuaBm.
EmVocê que me continDua.
F#mBm
A
EmVocê que me continDua.
F#mVocê que me continuaBm.
EmVocê que me continDua.
F#mBm
A
EmVocê que me continDua.
F#mVocê que me continuaBm.
EmVocê que me continDua.
F#mBm
A
DAF#mBmBmA
DA
F#mBmBmA
5.

Envelhecer

Tom: GMédio
G
Em
×C
××D
×Am
5fr×D/F
GEmCD
A Gcoisa mais moderna que eCxiste nessa vida é envelheGcer
A Gbarba vai descendo e os caCbelos vão caindo pra caGbeça aparecer
Os Dfilhos vão crescendo e o Ctempo vai dizendo que aDgora é pra valer
Os Doutros vão morrendo e a Cgente aprendendo a esqueDcer
Não quero morEmrer, pois quero Cver como seAmrá que deve AmserG envelheDcer
Eu quero é viEmver pra ver qual Cé e dizer Amvenha pra o que AmvaiG aconteDcer
GEu quero que o tapete voe Dno meio da sala de estar
Eu Amquero que a panela de pressão pressione e que a Empia comece a pingar
Eu Gquero que a sirene soe e me Dfaça levantar do sofá
Eu Amquero por Rita Pavone no ringEmtone do meu celular
Eu Gquero estar no meio do ciclone pra Dpoder aproveitar
E Amquando eu esquecer meu próprio nome que me Emchamem de velho gagá
GEmCD
Pois Gser eternamente adolesCcente nada é mais demoGdé
Com os Gralos fios de cabelo sobre a Ctesta que não pára de cresGcer
Não sei porDque essa gente vira a Ccara pro presente e esquece de aprenDder
Que felizDmente ou infelizCmente sempre o tempo vai corDrer
Não quero morEmrer, pois quero Cver como seAmrá que deve AmserG envelheDcer
Eu quero é viEmver pra ver qual Cé e dizer Amvenha pra o que AmvaiG aconteDcer
Eu Gquero que o tapete voe no mDeio da sala de estar
Eu Amquero que a panela de pressão pressione e que a Empia comece a pingar
Eu Gquero que a sirene soe e me Dfaça levantar do sofá
Eu Amquero por Rita Pavone no ringEmtone do meu celular
Eu Gquero estar no meio do ciclone pra poDder aproveitar
E qAmuando eu esquecer meu próprio nome que me Emchamem de velho gagá
CDGD/FEm
6.

Sua Menina

Tom: GAvançado
G
5fr×D/F
Em
××D
×C
×A
×Am
×B7
G7
×Bm
GD/FEmDCG
GVocê trata muito mal sua meAnina
Um Amdia ela vai puxar o Gcarro
De sua barba mal feita, seu caAtarro
Um Amdia ela vai encher o Gsaco
Você trata muito mal sua prinAcesa
Um Amdia ela vai virar a Gmesa
Seu olhar só vê o seu umAbigo
Um Amdia ela vai ficar coGmigo
GB7EmG7C
Você Golha para ela com desAprezo
Como um Amdéspota destrata uma empreGgada
Das grades do orgulho onde está Apreso
VoAmcê maltrata a sua namoGrada
Seu terno engomado, seu perAfume
Seu Amtédio, seu remédio digesGtivo
Seu eterno pesadelo de ciAúme
Um dia Amdesses ela vai te dar moGtivo
GB7EmG7
E Cficar comigo
E ficar comigo
E fiGcar comigo sim
GB7EmG7
Vai fiCcar comigo
Vai ficar comigo
Vai fiGcar comigo só
EmBmCD
Você Gtrata muito mal sua peAquena
Um Amdia ela vai sair de Gcena
E o remorso vai te torturar sem Apena
Quando a Amvir ao meu lado no ciGnema
Você trata muito mal o seu aAmor
Não Amrega com carinho a sua Gflor
Depois de ver o que você já Afez
Com cerAmteza ela vai sumir de Gvez
GB7EmG7
Vai Csumir comigo
Vai fugir comigo
Vai suGmir comigo sim
GB7EmG7
E fiCcar comigo
E ficar comigo
E fiGcar comigo só
GB7EmG7
Só fiCcar comigo
Vai ficar comigo
Vai fiGcar comigo sim
GB7EmG7
Vai fiCcar comigo
Ficar só comigo
E voGcê vai ficar só
GB7EmG7CG
GD/F
EmDCG
7.

O Real Resiste

Tom: AmMédio
×Am
××Dm
F
E7
G
AmAutoritarismo não existe
Sectarismo não existe
XenofoDmbia não eAmxiste
FanaDmtismo não eAmxiste
Bruxa fantasma bicho papDmão
O reFal resAmiste
É só pesaDmdelo, depois Ampassa
Na fuDmmaça de um rojãAmo
É só ilusE7ão, não, não Am
Deve ser ilusE7ão, não não Am
É só ilusE7ão, não, não Am
Só pode ser ilusE7ão Am
AmMiliciano não existe
Torturador não existe
FundamentaDmlista não eAmxiste
TerraplaDmnista não eAmxiste
Monstro vampiro assombraçDmão
O reFal GresAmiste
É só pesaDmdelo, depois Ampassa
Múmia zumDmbi medo depreAmssão
Não, não, E7não, não
Não, Amnão, não, não
E7Não, não, não, Amnão
Não, não, E7não, não Am E7 Am
AmDmAmDmAmDm
AmDmAmDmAmE7
AmE7Am
AmTrabalho escravo não existe
Desmatamento não existe
HomofoDmbia não eAmxiste
ExterDmmínio não eAmxiste
Mula sem cabeça demônio dragãDmo
O reFal GresAmiste
É só pesaDmdelo, depois Ampassa
Como o esDmtrondo de um troAmvão
É só iluE7são, não, não Am
Deve ser iluE7são, não não Am
É só iluE7são, não, não
Só pode ser iluAmsão
AmEsquadrão da morte não existe
Ku Klux Klan não existe
NeonaDmzismo não eAmxiste
O inDmferno não eAmxiste
Tirania eleita pela multidDmão
O reFal GresAmiste
É só pesaDmdelo, depois Ampassa
LobiDmsomem horror opreAmssão
Não, E7não, não, Amnão
Não, E7não, não, Amnão
Não, E7não, não, Amnão
Não, E7não, não, Amnão
8.

Itapuana

Tom: CmAvançado
3fr×Cm7
4frG#
F7
3frGm9
×A7
×Bm7
4fr×C#m7
F#7
Fm7
×Bb7
×C7
G
6fr×Ebm
F
×Bb/F
×Bb/G
×B7
××C#7
Quando o dia vem varando a alvoCm7rada G#
Antes Cm7mesmo de naF7scer a luz do sol
A beGm9leza nunca A7é desperdiçada Bm7
EC#m7xiste F#7
SoCm7zinha F7
Quando a água morna molha nossas Cm7pernas G#
E a aCm7reia massaF7geia nossos pés
A beGm9leza sempre A7é compartilhada Bm7
É C#m7sua F#7
É Cm7minha F7
Nas manhãs de Itapuã que o vento Cm7varre
Os coCm7queiros já coF7nhecem as canFm7ções Bb7
RepeC7tidGas ou Ebm F
RepenBb/Ftinas vêm Bb/G
ConsoC7larG o F7meu coFm7ração Bb7
As vonC7tadGes vêm Ebm F
As sauBb/Fdades vão B7 G
AmaC7nheGce F7mais um verão
Cm7Cm7Cm7F7F7
No calor do sol o céu da boca Cm7salga G#
E o Cm7mar na alma aF7calma o caminhar
Pra que Gm9haja areia A7sal e água e alga Bm7
As C#7ondas F#7
Não Cm7voltam F7
Cada dia uma nova eterniCm7dade G#
Para Cm7sempre aquela F7pedra roncará
A auGm9rora se transA7forma em fim de tarde Bm7
De C#7novo F#7
De Cm7novo F7
Quantos risos misturei ao som das Cm7águas
Quantas Cm7lágrimas de aF7mor molhei no Fm7mar Bb7
No mais C7íntGimo Ebm F
Dos mais Bb/Fíntimos Bb/G
Dos luC7garGes F7desse Fm7lugar Bb7
Lugar C7púbGlico Ebm F
Colo e Bb/Fútero Bb/G
AmoC7rosGo F7de Yemanjá
9.

Ninguém

Tom: CAvançado
×C
Bb
F
G
2fr××××B5
3fr××××C5
6fr××××Eb5
8fr××××F5
××××Bb5
×Am
4fr××××C#5
××××A5
10fr××××G5
7fr××××E5
CUma pessoa
Ninguém
Nenhuma pessoa
Ninguém
Uma pessoa
Ninguém
BbTambém
FNuma pessoa G
NenChuma pessoa
Ninguém
Uma pessoa
Ninguém
Nenhuma pessoa
Ninguém
BbTambém
FNuma pessoa G
B5
Sem caC5belo e sem peruEb5ca
Sem deC5nte e sem dentaEb5dura
Sem peC5rna e sem muletEb5a
Sem peC5ito e sem chupeEb5ta
Sem narF5iz e sem plaC5tina
Sem dorF5 e sem aspirC5ina
Sem seiF5o e sem siliC5cone
Sem vozF5 e sem microC5fone
Sem C5pele e sem implante
Sem C5safena e sem transplante
Sem C5músculo e sem ginástica
Sem C5ruga e sem plástica
Sem barrCiga e sem dBb5ieta
Sem desAmtino e sem mGeta
CUma pessoa
Ninguém
Nenhuma pessoa
Ninguém
Uma pessoa
Ninguém
BbTambém
FNuma pessoa G
CUma pessoa
Ninguém
Nenhuma pessoa
Ninguém
Uma pessoa
Ninguém
BbTambém
FNuma pessoa G
Com C#5língua e com linBb5guagem
Com C#5pele e com tatBb5uagem
Com oC#5relha e com Bb5brinco
Com C#5vibrador e com Bb5pinto
Com C#5pálpebra e C5com corBb5tina
Com C#5carne e comC5 proteíBb5na
Com C#5pulmão e coC5m fumaçBb5a
Com C#5cabelo e coC5m caspaBb5
Com C5água e com urina
Com batom e com vagina
Com calmante e com calma
Com karma e com alma
Com pC5erna e com benBb5gala
Com esA5pelho e com cG5ara
CUma pessoa
Ninguém
Nenhuma pessoa
Ninguém
Uma pessoa
Ninguém
BbTambém
FNuma pessoa G
NenChuma pessoa
Ninguém
Uma pessoa
Ninguém
Nenhuma pessoa
Ninguém
BbTambém
FNuma pessoa G
C5Uma pessoa
Ninguém
Nenhuma pessoa
Ninguém
Uma pesC5soa eu Bb5sou eu
A5Sou eu G5sou eu
F5 E5 Uma pessoa
10.

Momento III

Tom: AFácil
×A
E
××D
A É molhado de Ecostas,D é impermeAável de bruços
A É de frente e de Elado de costas,D um pouco mais emAbaixo de bruços
A É como é de cEostas, como devDe ser de bruçAos
A Fica de pé deE costas, deita Dno chão de brAuços
A Fecha sua couEraça de costas,D abre aspas dAe bruços
A Acha graça deE costas, dá risDada de bruçosA
A Fala no telefEone de costas, Descuta passosA de bruços
A Voa no céu deE costas, respirDa em baixo d'Aagua de bruços
A É como estar Ede bruços de coDstas, é como Aestar de bruços
A É a mesma pesEsoa de costas, Dse transformaA de bruços
A Fica cansado Ede costas, descDansa de bruçoAs
A Fala pelos coEtovelos de costDas, pensa melAhor de bruços
A Ajoelha de coEstas, senta de Dbruços A
A A chuva cai de costas, os automóveis passam de bruços
A Já é de madruEgada de costas,D adormece de Abruços
A Abre o portão de Ecostas, Danda na rua de Abruços A E D A
A Tem certeza de Ecostas, Dfica em dúvida de Abruços
A Muda de posiEção de costas,D não quer ficar mais de Abruços
A Deita de Ecostas,D acorda de Abruços
A Toma água de Ecostas,D toma sol de Abruços
A Fica boiando no Emar de costas,D nada de Abruços
A Levanta de Ecostas,D sente o peso dos Abraços de bruços
A Acorda de Ecostas, Dvolta a dormir de Abruços