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MandakDaru quandoG fulorá naD seca
E um D7siná que a chuva chega no serGtão
Toda meEmnina que enA7jôa da boD/Fneca
É siBmnal de que o aA7mor já chegou no coraDçãD7o
Meia comGprida não quer A7mais sapato D/Fbaixo
VesEmtido bem cinA7tado não quer A7mais vestir giDbão
Ela só C#m7quer só pF#7ensa em namorBmar
Ela só C#m7quer só F#7pensa em namoBmrar
De manhã Emcedo jáA7 tá piDntada
Só vive suspiC#m7rando soF#7nhando acorBmdada
O Apai leva ao douC#m7tor a fiF#7lha adoentadBma
Não Acome nem esC#m7tuda não F#7dorme nem quer Bmnada
Ela só C#m7quer só F#7pensa em namoBmrar
Ela só C#m7quer só F#7pensa em namoBmrar
Ela só C#m7quer só F#7pensa em namoBmrar
Mas o douEmtor nem AexaDmina
C#m7/5-
Chamando o pai do lado
Lhe F#7diz logo em surBmdina
Que o Amal é da iC#m7dade
E F#7que pra tal meBmnina
Não Ahá um só reC#m7médio
Em F#7toda mediBmcina
Ela só C#m7quer só F#7pensa em namoBmrar
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