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Gm7Cm7Gm7Cm7
É raso quando falo do profundo A/G
É Ab/Gclaro o despreparo se eu adentro pelo escurGo
Eu trago em minha empáfia uns antolhos de cavalo A/G
Que sAb/Gó me deixam ver o plano físico primário G
Nada além do corpo, nada além da roupa
B7É uFm desconforto, é um mal-estar
MeCsmo quando falo em evoluir C/E
MEbuito menos penso em compAm7artilhar G
Gm7Ventos elísios seEb re......Am7alinharam ao sul D7 Gm7
Só pra brincar nos seus cachos de Ebclaros sonhosAm7 puros D7 Gm7
Sopram imagenCm7s que levamEb e trazemAm7
De um lado ao outro, de um outro lado do escuro Eb F
O raio laser do amor, às vezes, toca a alma
E é tanta lucidez, que até salvar os bons já não lhe basta
Mergulha num abismo que alguns chamam de inferno
E contamina de esperança o coração do medo
Como assim, lidar com o abstrato?
É um desespero, é um desamparo
Como depender do que não existe
Quando o impalpável vem nos socorrer?
G9C9
Eis o meu passado e meu futuro G9 C9 G9 C9
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