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AE7AE7A
Essa vAanera serrE7ana, coisa igual eu nunca vAi
A vovó vira menE7ina e o vovô vira gurAi
Dois pra lá e dois pra cE7á, levanta poeira do chAão
E o Rio Grande se alE7egra num fandango de galpAão A7 D
Nessa vanera serrDana bate forte o coraçA7ão
Bate a cerveja na mesa e bate coxa no salDão
Nessa vanera serrana bate forte o coraçA7ão
Bate a cerveja na mesa e bate coxa no salDão E7 A
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AE7AE7A
A peonAada arrasta o pE7é, corcoveando a noite intAeira
E o gaiteiro entonE7ado floreia desta manAeira
Corre os dedos no teclE7ado, na baixaria provAoca
Num compasso galponE7eiro de arrancar tatu da tAoca A7 D
AE7AE7
AE7AE7A
A criAançada se abrE7aça e corre para o salAão
E é tão lindo de se vE7er a prendinha e o peAão
Nossos costumes reE7vivem num sentimento profAundo
A tradição se renE7ova trazendo esperança ao mAundo A7 D
AE7AE7
AE7AE7A
Ao som dAe gaita e violE7ão até a noite se apequAena
O galpão fica mais lE7indo com com o sorriso da morAena
Quando o baile chega ao fE7im a cavalo eu vou me embAora
Assobiando essa vanE7era e ouvindo o tin-tin da espAora A7 D
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