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C#mF
A
C#m Vem a pFé.
C#m E o que eles vFêem, só não Evê F
C#m Fui a rua oFnde eu nasci
Vi uC#mm prédio em pé
TudoF era tão maior do que C#mé
EncostadFo a vila enfrente, um sinal C#mda lei
Uma placaF acesa, um muro de enfC#meite
Num cartazF um dia limpo,
Era aC#m paz enfim.
Sem o beFco, nem o negro marfimC#m
C#m O que eles vFêem, só não EvêF quem Enão quer vFer
C#m Cada uFm daquela vila ia C#mver num mês.
O que Fdava pra sonhar, por mais trC#mês.
Mas a Fdona da esquina disse: C#m(a vista é nossa!"
Não a pFreço meu terreiro, quem pC#mossa
Se na sFelva do dinheiro, sobreviC#mve quem tem dente,
Do meu péF o vento leva a semC#mente.
O que ela vêF, só não vê EquFem não Equer ver!F
C#m Pra cadaF um C#mcom um milhFão;C#m Um milFhão sem umE sequerF.
QuemE não querF ver... (3x)
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