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AA/GGA9
BmEu que falei nem pF#mensar
AGgora me arrependo rG#oendo as unhas
AFrágeis testemunhas
De um F#7crimAe sem perdão
Mas eBmu falei sem pF#mensar
GCoração na mão, como o RG#efrão de um bolero
Eu fui sinceAro
A#º
Como não se pode ser
Um eBmrro assim tão vulF#mgar
NGos persegue a noite inteira
G#º
E quando acaba a bebedeira
ElAe consegue nos A#achar
Num BmbarF#m,
Com um vGinho barato
G#º
Um cigarro no cinzeiro
E uma cAara embriagada no A#espelho do banheiro
Teus lGábios são lAabirintos Bm
Que atrGaem os meus instAintos mais sacBmanas
Teu olGhar sempre distAante
Sempre me enBmgana
Eu eGntro sempre na tua dAança de sigaBmna F#m G A
BmEu que falei nem penF#msar
AgGora me arrependG#o roendo as unhas
AFrágeis testemunhas
A#º
De um crime sem perdão
MasBm eu falei sem peF#mnsar
GCoração na mão, como o ReG#frão de um bolero
Eu fui sinceAro
A#º
Eu fui sincero
Teus lGábios são lAabirintos Bm
Que atrGaem os meus instAintos mais sacBmanas
Teu olGhar sempre A
Sempre me enBmgana
É o Gfim do mundo todo dAia da semBmana
Teus lGábios são lAabirintos Bm
Que atrGaem os meus instAintos mais sacBmanas
Teu olGhar sempre A
Sempre me enBmgana
É o Gfim do mundo todo dAia da semBmana F#m G A Bm
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