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É na clareza da Amente
Que explode a proDbcura do novo proF#mcesso
E o que é meu diA/Creito eu exijo e não pDeço
Com a intensiE7dade de quem quer vivAer
E optar: ir ou nDão por aE7li
A nossa primeira antAena é a palavra
Que ampDblia a verdade que asF#msusta
E a gente reA/Cpete que quer mais não bD7usca
E de um modo abstE7rato se ilude que fAez
MDas D7quaEblquerA7 diaAb7 vai G7ter F#7que fiF#7car dB7efinEidoA o caminho
É mais louco do que já supôs a tal sabedoria
Magia que eu hoje procuro entender
PDra D7queEb o coA7rpo Ab7superG7e a F#7fadigaF#7 B7 E A
Você o que pensa do assunto
Se a gente se encontra mas nunca tá junto
Vivendo esse quebra cabeça sem luz
Pra não ficar dividAida
Minha mente esDbtabeleci combiF#mnado faria
A/CDizer pondo um pouco de mD7ate
Gelhá de fazE7er como os loucos
FalAando aos tropeços (perdDão rita lE7ee)
Pra que a gente se entAenda algum dia
Há de Dbser como o louco QuiF#mxote
E a lógica iA/Cnsiste em guardar no seu D7pote
A mais linda paE7lavra que eu ia diAzer.
MDas D7quaEblquerA7 diaAb7 vocêG7 F#7 F#7 B7 E A
Vai me ver disfarçar (há) de fazer como eu
Que disfarço na tal fantasia a magia
E só me fantasio do que venha ser
ED o D7queEb se eA7sperAb7a da G7minhF#7a cabeF#7ça B7 E A
Há de ser invertido
E a sonata que eu já compus
Virou rock/quem roubou minha loucura fui eu
E agora devolvi
Cifrada por: BRUNO MAIA DE ALENCAR
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