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(parte-1)
AE7AE7A
Sobre as mAargens de uma estrada
Uma simE7ples pensão exiAstia a coA7mida era tipo caseiDra
E o frango caE7ipira era o prato do dAia
PropArietário homem de respeDito
Ali trabE7alhava com sua faAmilia
CozinheirA7a era a sua espDosa
E A GARÇE7ONETE ERA UMA DAS FILAHAS
Foi cheAgando naquela pensão
Um viaE7jante já fora de hAora
Foi dizA7endo para a garDçonete
Me traga um frE7ango vou jantar aAgora
EAu estou bastanteD atrasadE7o terminando euA já vou embora
Ela então respondeu num soDrriso
Mamãe tá de pE7é, pode crer, não demoAra
Quando Aela foi servir a mesa
DeliE7cada e com muito bom jAeito
Me desA7culpe, mas trouxe uma frDanga
Talvez não eE7steja cozida dirAeito
O viajAante foi lhe respoDndendo
Pra mim franga cE7rua talvez eu aceAito
Sendo uma igual a E7você
Seja a qualquer hora também não enjAeito
Foi saAindo de cabeça baixa
Pra quE7eixar ao seu pai a mocinha
Minha fiA7lha mate outra fraDnga
Pode temE7perar, porém não cozinAha
Vou leAvar essa franga naD mesa
Se bem que cE7omigo a conversa é curtAinha
É a coiA7sa que mais eu detesDto
Ver homem barE7bado fazendo graciAnha
Foi chegando o velho e dizendo
Vim trE7azer o pedido que fAez
Quando o cA7ara tentou reDcusar
Já se viu na mE7ira de um (schimitt) DinA7glêDs
O neA7gócio foi limpar o praDto
Quando o propE7rietário lhe disse coArtez
Nós estamos de portas aDbertas
Pra servir a mE7oda que pede o frAegB7uêsE7 A
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