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C7
Em
Quando mB7orre um E7poeta
Todos chA7oram
Dm7Vivo tranquilo em MC7angueira A7porque
SD7ei que alguém há de cDm7horar quando euG7 morrer
MDm7as o pranto em G7Mangueira é tão Dm7diferenG7te
É um C7pranto sem lF7enço
Que aC7legra a gente C6
Hei de TB7er um alguém
Pra cEm7horar por mim
AtraB7vés de um pandeiro e de uDm7m tamborG7im
A7MangueiraD7 é celeGiro Bm Bbm Am7
Am7De bambas cD7omo eG7u G6
Portela também tBm7eve
G#O paulo qF#7ue morrBm7eu G7
C7Mas o sambF#7ista vBm7ive eternamE7ente
Am7No coD7ração G7da gente
Am7Os versos de Mangueira são moD7destos
Mas há sempre força de expressG7ão F#7 F7
E7Nossos barracos são casAm7telos
A7Em nosso imaginD7ação
Ô ô ô G ô
Foi MD7angueira que cheGgouD7.. G
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