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escCuridão G
noite liquefeita
tCudo toma forma G
do corpo que se deita
nCa escuridão G G
escCuridão G
nenhum olhar aceita
tCudo se transforma G
numa cama desfeita
nCa escuridão G G
escCuridão G
hora da colheita
prCa quem semeou vento G
numa cama desfeita
nCa escuridão G
um corpo que se deita A
B°
um corpo em tempestade
agora já é tDarde G
sColidão G
hora da colheita
prCa quem semeou o vento G
num corpo que se deita
nCa solidão G
de uma cama desfeita A
B°
um corpo em tempestade
agora já é tDarde G
Ano inverno Gfica tarde + Dcedo
Asó depois de perGder você descobre que era um Djogo
um Ajogo que não acaba Gnunca, nunca acaba empaDtado
se fAoi um jogo, você ganhGou: eu perdi a direçDão
se fAoi um sonho, se foi o cGéu, eu não sDei
Aeu que não sei perdGer, perdi o sono A
na escuridGão, na escuridDão
Asó depois de perGder você descobre que era um Djogo
um Ajogo que não acaba Gnunca, nunca acaba empaDtado
se fAoi um jogo, você ganhGou: eu perdi a direçDão
se fAoi um sonho, se foi o cGéu, eu não sDei
Aeu que não sei perdGer, perdi o medo A
da escuridGão, da escuridãCo G C
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