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SilêncioFm
Morreu um pF7oeta no A#mmorro
Num velho bC7arraco sem Fmforro
Tem cheiro do chC#7oro no C7ar
Mas cFmhoro que tem baF7ndolim e A#mviola
Pois ele fC7alou lá na eFmscola
Que o samba não pC#7ode paC7rar
PGor isso meu povo no seu desaA#mlento
Começa a cantar samba lG7ento
Que é jeito daC7 gente reFmzar
E diA#mzer que D#7a dor dGoeuG#6
A#mQue o poetC7a adormeFmceu
Como um A#mpássaD#7ro cGantG#6or
Quando vA#mem...C7. no entardeFmcer
Acho qC#7ue nemC7 é morFmrer
SiFmlêncio
Mais um cavaF7quinho vA#madio
Ficou sem acC7ordes, vFmazio
Deixado num C#7canto de umC7 bar
GMas dizem poeta que morre é seA#mmente
De samba que vem de reG7pente
E nasce seC7 a gente canFmtar F7
E diA#mzer que D#7a dor dGoeuG#6
A#mQue o poetC7a adormeFmceu
Como um A#mpássaD#7ro cGantG#6or
Quando vA#mem...C7. no entardeFmcer
Acho qC#7ue nemC7 é morFmrer
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