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CmC#GmEb7D7Gm7
Quando eu cantF7o, é para aliD#7viar,Meu pranD7to
E o pranto de quem jGm7á taCmnto sofrD7eu
Gm7Quando eu cantF7o, estou sentindo a lD#7uz De um SaD7nto
Estou ajoelhaGm7ndo aCm7os pés de DeuD7s
G6Canto para anunciar o dCia
F7Canto para amenizar a noBb7ite
D#7Canto pra denunciar o açoG#7ite
D7Canto tambem contra a tirania G7
Canto porque numa meloCdia
F7Acendo no coraçao do Bb7povo
D#7A esperança de um mundo nG#7ovo
E a lD#7uta para se viD7ver em pGm7az D7
Gm7Do poder da criaçãF7o, sou continuaD#7ção e quero agradecD7er
Cm7Foi ouv D7 ida a minha súpGm7lica Gm7 F
A7Mensageiro sou da músD7ica
Gm7O meu canto é uma misF7são tem força de oraD#7ção,e eu cumpro o meu deD7ver
CmAos que vivem C#a chorGmar,eu vivo Eb7pra cantar e cD7anto pra vGm7iver D7 2X
Gm7Quanto eu canF7to, a morte me percD#7orre
e eu solD7to,um canto da gargaGm7nta Gm7 F
Que a cigarra quanto caCmnta morre D#7
E a madeD7ira quando morre caGm7nta
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