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(Oswaldo Montenegro)
dEez A/Emil rubisE, miA9l pEedras turmalinas
ceEm mil cB7ometaC#ms um miG#mlhão dC#me sóis
dBmez mEil JAoõBbes mil vidas severinas
ceEm miB7l poAetasE, todos eles sós
eEm prA/EocissõesE, natA9aisE e serpentinas
dez mEil mãB7os poC#mstas mG#mães, iC#mrmãos, avós
a espeBmrança é Eprofissão Ae sinaBb
ensina ElaçosB7 a fingir Ade nósE
sãEo ceA/Em cavaloEs, deA9z lEuzes na crina
são lEuas, B7muitaC#ms luasG#m e farC#móis
sBmão mil pEerdões, quAe aos Bbbons não se incrimina
ceEm miB7l pAoetaCs, tC7odos eles sós
televiFsões Bbem cadaF caBbsa e em cima
paFrece umC7 bicDmho a AmantenDma e cada voz
parece voCmz queF nunBbca deBsafina
na sereFnataBb/C parFa o seu algoz
mFilhõeBbs de veFrsoBbs, cem milhões de rimas
nFo mesmoC7 marDm são Amdez mDmilhões de anzois
pesCmcando almaF em dós,Bb bordBões e primas
FcemC7 mil pBboetas, todosF eles sós
Contribuição: Denis Eduardo(denispslimaig.com.br)
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