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Dm7A7Dm7A7
Dm7O A7mundo me conDm7dena, e ninguA7ém tem pDm7ena
FaDm7lando C sempre mGmal do meu Gmnome Gm7
Deixando de saAber se eu vou morrer de sA7ede
Ou se vEmou A morrer de fomDm7e Bb7 A7
Dm7Mas A7a filosoDm7fia A7hoje me auxiDm7lia
A viD7ver inD7dife....Gmrente asGmsim Gm7
Nesta A7prontidăo sem Dm7fim
Dm7(b6/9)/C Em7(b5)
Vou fingindo que sou rico
Pra ninA7guém zombar de Dm7mim
Năo me incoA4modo que vocę me dA4iga
Que a socieA7dade é minha iniD7miga D7
Gm7 Pois canGmtando neste Dm7mundo
Vivo escravo do meu Asamba, muito emAbora vagaDm7bundo
Quanto a voA4cę da aristocraA4cia A
Que tem dinA7heiro, mas năo cA7ompra alegD7ria D7
Gm Há de viGmver eternaDm7mente sendo esDm7crava C
Dessa Agente que cultAiva hipocriDm7sia A7
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Qualquer dúvida, me mande um e-mail:
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Contribuição: Monarco(email protected)
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