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AFpenas sua histBbória ficFou,Bb de um hFomem que no tBbemplo
GritCava.
Eis-me aBbqui me dê uma esmola, na porta formosa ele
ClamFava.
Há muito tDmempo ele alí esCtavaBb, esperando algFuém.
Que lhe dBbesse uma esmola, um bocado e uma moeda,
QualqCuer.
Que esperança Bbtem, um homem que nasceu atrofiFado Bb
Que esperança tFem, que esperança Bbtem, um aleijado que
Se quer, firma os pFés no chão Bb
Que esperança tFem, que esperança tBbem, se desde o
Ventre era esse o seu destFino.
Se Bbnão uma moeda, um faCvor de alguém.
FMasBb, vem chegando dois ungFidosBb, duas vidas reveFstidas,
De poder e unCção.
Gritava o hoDmmem, na porta forCmosa: dáBb-me uma esmola,
Por faFvor!
Pedro enBbtão respodFeu: não tenBbho ouro e nem praFta, mas
O que Ctenho eu te dFou!
LevaBbnta em nome de jesus, sCabe o que aconteceu?
o paralítico andouF
Onde tem unBbgido tem poder de dFeus.
Onde tem unBbgido o milagre vFem.
Onde tem unBbgido algo acontCece.
Onde tem ungido cheio de pFoder.
Onde tem unBbgido não falta espeFrança.
Onde tem unBbgido o céu se aFbre.
E aqui tCem, pGmoder e unCção, deus está nBbeste luFgar.
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