
Chords used
D
A/C#
Em
G
A7
D/F#
A
Bm
F#
E
B
F#m
Abm
B7
Adim
F#7
A#dim
D7
E7
F
Am
C
F7
G7
C7
Dm
G#m
F#m7
Bm7
C#m7
A4
D4
G/B
Bm7/A
G#
G#7
C#7
C#m
D#7
1.
Sinônimos
Key: DHardD
A/C#
Em
G
A7
D/F#
A
IntroDA/C#EmGA7
DA/C#EmGA7
DA/C#EmGA7
DA/C#EmGA7
Primeira Parte
D Quanto o tempo o coraA/C#ção
Leva prEma sabeD/F#r G A7
D Que o sinônimo de aA/C#mar
É sofrEmerD/F# G A7
D No aroma de aA/C#mores
Pode haver espEminhoD/F#s G A7
D É como ter mulheresA/C# e milhões
E ser sozEminhD/F#o G
Pré-Refrão
A Na solidão de Gcasa
(Riff 5A) G
Descansar
A O sentido da Emvida, encoDntrar
NA/C#inguém pode dizer onde
A felicidEmade estD/F#á G A7
Refrão
D O amor é feito de paiA/C#xões
E quando perde a razEmão
ND/F#ãoG sabe qA7uem vaiD machucar
Quem ama nunca sente mA/C#edo
De contar os seus segrEmedos
D/F# G Sinônimo A7de amDor é amar
Riff 1
Riff 3
( A/C# Em D/F# G A7 )
Segunda Parte
D Quem revelará o misA/C#tério
( RifEmf 6 ) D/F# G A7
Que tenha fé
D E quantos segredos tA/C#raz
O coração de uma mulhEmer
( Riff 6 ) D/F# G A7
D Como é triste a trisA/C#teza
Mendigando um sorrEmiso
( Riff 6 ) D/F# G A7
D Um cego procurando a A/C#luz
Na imensidão do paraEmísD/F#o G
Riff 4
Pré-Refrão
A Quem tem amor na Gvida
(RiffA 5) G
Tem sorte
A Quem na fraqueza Emsabe
Ser bem mais fDorte
NA/C#inguém pode dizer onde
A felicidEmade estD/F#á G A7
Refrão
D O amor é feito de paiA/C#xões
E quando perde a razEmão
ND/F#ãoG sabe qA7uem vaiD machucar
Quem ama nunca sente mA/C#edo
De contar os seus segrEmedos
D/F# G Sinônimo A7de amor é amar
D O amor é feito de paiA/C#xões
E quando perde a razEmão
ND/F#ãoG sabe qA7uem vaiD machucar
Quem ama nunca sente mA/C#edo
De contar os seus segrEmedos
D/F# G Sinônimo A7de amDor é amar
Riff 1
Riff 2
Riff 3
( A/C# Em G A7 )
( D A/C# Em G A7 )
Segunda Parte
D Quem revelará o misA/C#tério
Que tEmenha fD/F#é G A7
D E quantos segredos tA/C#raz
O coração de uma mulhEmerD/F# G A7
D Como é triste a trisA/C#teza
Mendigando um sorrEmisD/F#o G A7
D Um cego procurando a A/C#luz
Na imensidão do paraEmísD/F#o G A7
Refrão Final
D O amor é feito de paiA/C#xões
E quando perde a razEmão
ND/F#ãoG sabe qA7uem vaiD machucar
Quem ama nunca sente mA/C#edo
De contar os seus segrEmedos
D/F# G Sinônimo A7de amor é amar
D O amor é feito de paiA/C#xões
E quando perde a razEmão
ND/F#ãoG sabe qA7uem vaiD machucar
Quem ama nunca sente mA/C#edo
De contar os seus segrEmedos
D/F# G Sinônimo A7de amDorA/C# éEm amar
D/F# G Sinônimo A7de amDorA/C# éEm amar
D/F# G Sinônimo A7de amDorG éD amar
2.
Admirável Gado Novo
Key: FCapo 3MediumD
Bm
Em
F#
A
G
IntroDD5+/BbBmBb11+
DD5+/BbBmBb11+
DD5+/BbBmBb11+
DÔoooD5+/Bb..Bm. Bb11+ boi
( D D5+/Bb Bm Bb11+ )
Primeira Parte
VocDês que fazem D5+/Bbparte dessaBm mBb11+assa
Que pDassa nos projetosD5+/Bb
Do futBmurBb11+o
É dDuro tanto D5+/Bbter queBm cBb11+aminhar
E dDar muito D5+/Bbmais do quBme Bb11+receber
Segunda Parte
E tEmer que demonsF#trar suaBm coA4(6)ragem
À mEmargem do queF# possa pBmarA4(6)ecer
E vEmer que todF#a essa enBmgreA4(6)nagem
Já sEmente a feF#rrugem lBmhe Acomer
Refrão
DÊh, ô,G ô, vida deD gaGdo
Povo marcDado, êh
G Povo feDliAz
DÊh, ô,G ô, vida deD gaGdo
Povo marcDado, êh
G Povo feliz
( D D5+/Bb Bm Bb11+ )
( D D5+/Bb Bm Bb11+ )
Primeira Parte
Lá fDora faz um temD5+/Bbpo BmconBb11+fortável
A vDigilância D5+/Bbcuida BmdoBb11+ normal
Os Dautomóveis ouD5+/BbveBmm aBb11+ notícia
Os hDomens a pubD5+/Bblicam BmnoBb11+ jornal
Segunda Parte
E cEmorrem atrF#avés da maBmdrA4(6)ugada
A Emúnica veF#lhice que BmchA4(6)egou
DEmemoram-se na F#beira da BmesA4(6)trada
E pEmassam a coF#ntar o que BmsoAbrou
Refrão
DÊh, ô,G ô, vida deD gaGdo
Povo marcDado, êh
G Povo feDliAz
DÊh, ô,G ô, vida deD gaGdo
Povo marcDado, êh
G Povo feliz
( D D5+/Bb Bm Bb11+ )
DÔooD5+/Bbo.Bm..Bb11+ boi
( D D5+/Bb Bm Bb11+ )
Primeira Parte
O pDovo foge D5+/BbdaBm igBb11+norância
ApDesar de viD5+/Bbver tão BmpeBb11+rto dela
E sDonham com melD5+/Bbhores BmtemBb11+pos idos
ContDemplam esta viD5+/BbdaBm nBb11+uma cela
Segunda Parte
EspEmeram novaF# possibilBmidA4(6)ade
De vEmerem esseF# mundo se BmacA4(6)abar
A Emarca de F#Noé, o dBmiriA4(6)gível
Não vEmoam, nem seF# pode fBmluA4(6)tuar
Não vEmoam, nem seF# pode fBmluA4(6)tuar
Não vEmoam, nem seF# pode fBmluAtuar
Refrão
DÊh, ô,G ô, vida deD gaGdo
Povo marcDado, êh
G Povo feDliAz
DÊh, ô,G ô, vida deD gaGdo
Povo marcDado, êh
G Povo feliz
( D D5+/Bb Bm Bb11+ )
( D D5+/Bb Bm Bb11+ )
DÔooD5+/Bbo Bm Bb11+
( D D5+/Bb Bm Bb11+ D )
3.
Como Uma Pedra a Rolar
Key: EHardE
A
B
F#m
Abm
B7
EAB
EHouve um tempo em F#mque você se vestAbmia bem
Jogava moAedas para os vagabundosB7
Não era assim?
EAs pessoas lF#mhe diziam paAbmra se cuidar
Porque estAava caindo e ia B7se queimar
AVocê só sorria, para iBronizar
AAté dos que não tinham onde Bse deitar
AAgora Abmnão tF#mem maiEs a empáfia
Aagora a Abmsua voz já nF#mão diz Etanta lábia
F#mVocê está sozinha agora
ASem saber onde vai coB7mer...
- E A B
Deve ser ruim
R E A - B
e deve ser ruim
f A E A - B
r Não ter onde ficar
ã E A - B
o Completamente sozinha
- E A B
Como uma pedra a rolar
ENem a sociedF#made
Nem a escAbmola lhe enAsinavam nada
Pois apB7enas... te mimavam
ENinguém faF#mlou como é viver Abmna rua
e é alAi onde voB7cê vai se virar
Anunca achou que isso fosse lBhe acontecer
APos sua posição política iBria lhe comprometer
AE agora Abmnão tF#mem maiEs onde ir
AE o seu orAbmgulho naF#mda vaEle aqui
F#mPois não há mais nenhum álibi
ANem o que barganB7har
- E A B
Deve ser ruim
R A E A - B
e deve ser ruim
f A E A - B
r Não ter onde ficar
ã E A - B
o Completamente sozinha
- E A B
Como uma pedra a rolar
ENunca encarF#mou os palhaçosAbm e mágicos
Fazendo trAuques, rindo pB7ra você
ENunca entenF#mdeu, que não se pode
UsAbmar os outros prAa se ter
O que se qB7uer
AVocê, que desfilava com seu Bdiplomata
AQue num cavalo reluzente tudo lBhe tomava
AAgora é AbmtarF#mde paEra voltar
ASei que é Abmduro, mF#mas vaEi aceitar
F#mVocê não tem mais nenhum segredo
ANem mais charme pra joB7gar
- E A B
Deve ser ruim
R A E A - B
e deve ser ruim
f A E A - B
r Não ter onde ficar
ã E A - B
o Completamente sozinha
- E A B
Como uma pedra a rolar
EPrincesa, F#mcom seu séquito bAbmrilhante
Cheia dAe presentesB7, pra esnobar
EAgora não tá F#mfácil
Teve qAbmue tirar o seuA anel de B7diamantes
E penhorar
AVocê só queria ir se Bdivertir
ATal qual Napoleão, quando Bfoi mentir
AE agora Abmnão tF#mem nadEa a fazer
AQuando não se tem Abmnada
NF#mada se tem a pEerder
F#mVocê está invisível agora
AA ilusão acaB7bou
- E A B
Deve ser ruim
R A E A - B
e deve ser ruim
f A E A - B
r Não ter onde ficar
ã E A - B
o Completamente sozinha
- E A B
Como uma pedra a rolar
4.
Disparada
Key: AHardA7
D
G
A
Adim
Bm
F#7
Em
A#dim
D7
E7
F
PREPA7ARE O SEU CORACAO PRAS COISASD QUE EU VOU COA7NTAR D
EU VENHO GLA DO SERTAO, EU VENHO DLA DO SERTAO A Adim Bm
EU VENHO LA DO SERF#7TAO E POSSO NGAO LHE AGRADAR Em A7 D
APRA7ENDIR A DIZER NAO,VER A MORTED SEM CHORAR A7 D
A MORTE, OG DESTINO, TUDO, A MORDTE O DESTINO, TUDO A A#dim Bm
ESTAVA FORA DO LF#7UGAR, EU VIVO PRGA CONSERTAR Em A7 D
NA BOIAD7DA JA FUI BOI, MAS UM GDIA ME MONTEI E7 A7
NAO POR UM MOTIVO F#7MEU, OU DE QUEM BmCOMIGO HOUVESSE A7 D
QUE QUALQUER QAUERER TIVESSE, POREM POR NECEBmSSIDADE F#7 G
DO DONO DE UMA BOEmIADA CUJO VAA7QUEIRO MORREUD Em A7 D
D7GDFA7D
BA7OIADEIRO MUITO TEMPO, LACO FIRDME E BRACO FORTE A7 D
MUITO GADO, MUGITA GENTE, PELA VIDA SEDGUREI A A#dim Bm
SEGUIA COMO NUMF#7 SONHO, E BOIADEIRO GERA UM REI Em A7 D
MAS O MUNDO FOIA7 RODANDO NAS PATAS DDO MEU CAVALO A7 D
E NOS SONHOS QUGE FUI SONHANDO, AS VISOES SE DCLAREANDO A A#dim Bm
AS VISOEF#7S SE CLAREANDO, ATE QUE UMG DIA ACORDEI Em A7 D
D7GDFA7D
EA7NTAO NAO PUDE SEGUIR VALENTE EDM LUGAR TENEA7NTE D
O DONO G DE GADO E GENTE, PORQUE GADOD A GENTE MARCA A A#dim Bm
TANGE, FERRA, EF#7NGORDA E MATA, MAS COM GENTE EG DIFERENTE Em A7 D
SE VOCE A7NAO CONCORDAR NAO POSDSO ME DESCULPAR A7 D
NAO CANTO PRGA ENGANAR, VOU PEGAR DMINHA VIOLA A A#dim Bm
VOU DEIXAR F#7VOCE DE LADO, VOU CANTAR GNOUTRO LUGAR Em A7 D
NA BOID7ADA JA FUI BOI,BOIADEIRGO JA FUI REE7I A7
NAO POR UM MOTIVOF#7 MEU, OU DE QUEM CBmOMIGO HOUVESSE A7 D
QUE QUALQUERA QUERER TIVESSE, PA#dimOR QUALQUERBm COISA DE SEU F#7 G
POR QUALQUER EmCOISA DE SEU,QA7UERER MAIS LONGDE QUE EUEm A7 D
D7GDFA7D
5.
A Peleja Do Diabo Com o Dono Do Céu
Key: GHardG
Am
Bm
Em
D
C
F#
GÓi com tanto dAminheiro girando Bmno mundo
Quem tem AmpedGe muito QuAmem nBmão tem, pede mais
CobiçamAm a terra e toGda riqueza
Do reAmino dos homens e dosBm animaisAm
EmCobiçam Daté a planíciAme dos sonhosC G
LugaresAm eternos para BmdescansarAm
EmA terra Ddo verde que foi AmprometidoC G
Até Amque se cansem de Bmtanto esperarAm
CQue eu não vim deF# longe para me engaEmnar
CQue eu não vim deF# longe para me engaEmnar
CQue eu não vim deF# longe para me enganGarAm Bm Am G Am Bm Am G
No tempoAm do homem, a muBmlher e o filho
O gAmado novilho urraG no curralAm Bm
VaqueiAmros que tangem a huGmanidade
Em caAmda cidade, em cadaBm capitalAm Em
Em cDada pessoa de proAmcedimentoC G
Em cadaAm lamento palaBmvras de salAm Em
A nau qDue flutua no leiAmto do rioC G
ConduzAm à velhice, conduzBm à moralAm C
Assim comF#o Deus, parabéns o EmmalC
Assim comF#o Deus, parabéns o EmmalC
Assim comF#o Deus, parabéns o mGal Am Bm Am G Am Bm Am G
Já que tudAmo depende da bBmoa vontade
É de Amcaridade que eu querGo falarAm Bm
É daqueAmla esmola, da cuGia tremendo ou Ammato ou me rendo, é leiBm NaturalAm Em
Ói no muDro de cal espirrAmado de sangueC G
De lAmama, de mangue, deBm rouge, e batomAm Em
O tom daD conversa que oAmuço me crivaC G
De setAmas e facas, e faBmvos de melAm C
É a peleja dF#o diabo com o dono do Emcéu C
Óia a peleja dF#o diabo com o dono do Emcéu C
É a peleja dF#o diabo com o dono do cGéuAm Bm Am G Am Bm
A peleja Amdo diabo com o doGno do céAmu Bm
É a pelejAma do diabo com o doGno do céAmu Bm
A peleja Amdo diabo com o doGno do céAmu Bm
É a peleja Amdo diabo com o donGo do céuAm Bm
A pelejAma do diabo com o doGno do céAmu Bm
Olha a pelejAma do diabo com o donGo do céuAm Bm
AmGAmBm
AmGAmBm
A pelejAma do diabo com o Gdono do AmcéuBm
É a pelejAma do diabo com o doGno do céuAm...Bm
6.
O Meu País
Key: CHardC
F
F7
G7
C7
Am
G
Em
Dm
C
Tô vendo tFudo, tô vendo Ctudo
Mas, bico caF7lado, faz de conta que soCu mudo
Tô vendo Ftudo, tô vendoC tudo
Mas, bico caF7lado, faz de conta que soCu mudo
Um paF7ís que crianças elimina
Que não ouve o clamor dos esquecidos
Onde nunca os humildes são ouG7vidos
F7E uma elite sem Deus é quem doCmina
Que perC7mite um estupro me cada Fesquina
E a certeza da dúvida infeCliz
Onde quem tem razão baixa a cerFviz
E massacram-se o negro e a muAmlher
Pode Cser o país de quem quFiser
( ) G C F C
Mas não é, com certeza, o meu país
Um paF7ís onde as leis são descartáveis
Por ausência de códigos corretos
Com quarenta milhões de analfG7abetos
F7E maior multidão de miserCáveis
Um paC7ís onde os homens conFfiáveis
Não têm voz, não têm vez, nem direCtriz
Mas corruptos têm voz e vez e Fbis
E o respaldo de estímulo em coAmmum
Pode Cser o país de qualquerF um
Mas não Gé, com certeza, o meu pCaís
FUhmEm...Dm. Am
F( )Em Dm C F C
Uhm....
Um paF7ís que perdeu a identidade
Sepultou o idioma português
Aprendeu a falar pornofoG7nês
F7Aderindo à global vulgariCdade
Um paC7ís que não tem capaFcidade
De saber o que pensa e o que Cdiz
Que não pode esconder a cicaFtriz
De um povo de bem que vive Ammal
Pode Cser o país do carnFaval
( ) G C F C
Mas não é, com certeza, o meu país
Um pF7aís que seus índios discrimina
E as ciências e as artes não respeita
Um país que ainda morre de maG7leita
F7Por atraso geral da mediCcina
Um paC7ís onde a escola não Fensina
E hospital não dispõe de raios CX
Onde a gente dos morros é feFliz
Se tem água de chuva e luz do Amsol
Pode Cser o país do futFebol
Mas não Gé, com certeza, o meu pCaís
FUhmEm...Dm. Am
FUhmEm...Dm. C
Tô vendo Ftudo, tô vendoC tudo
Mas, bico caF7lado, faz de conta que soCu mudo
Tô vendo Ftudo, tô vendoC tudo
Mas, bico caF7lado, faz de conta que soCu mudo
(ABAFADO)
Um paF7ís que é doente e não se cura
Quer ficar sempre no terceiro mundo
Que do poço fatal chegou ao fG7undo
Sem saber emergir da noite esCcura
(NORMAL)
UmC7 país que engoliu a cFompostura
Atendendo a políticos suCtis
Que dividem o Brasil em mil braFsis
Prá melhor assaltar de ponta a Amponta
Pode sCer o país do faz-de-Fconta
Mas não Gé, com certeza, o meu pCaís.
FUhmEm...Dm. Am
FUhmEm...Dm. C
FTô vendo tudo,C tô vendo tudo
Mas, bico caF7lado, faz de conta que soCu mudo
Tô vendo Ftudo, tô vendoC tudo
Mas, bico caF7lado, faz de conta que soCu mudo
(ÚLTIMA PARTE 2X)
7.
A Árvore
Key: AmHardAm
Em
Dm
F
E
C
G
D
Bm
B7
IntroAmEm
AmNEmaAmqEmuele tempo
AmEEmrAmaEm AmuEmmAmaEm AmáEmrAmvEmore alta e de porte erecto
Destacava-se de longe na paisagem da savana que a ceDmrcava
Nunca se soube ao certo da sua iAmdEmade
PFois a sua duEração não era contada eAmm dias
EC investida nGessa secuDlaridade
EAmra pEmossuída de umFa espera
BmEm forma de preGdestinação
HAmavEmiaAm EmseAm EmacAmlEmimatado naquele nu lugar
Não mais sentia as intempéries dos ventos soprados do desDmfiladeiro
Mas escondia sempre o medo das pancadas sAmuEmrdas
De penFetrantes obEjetos e bem reAmluzentes
UsCados por pequenos vuGltos em moDvimento
TuAmdo fazia Emparte do seuF destino
SoBmltar estrelas pelo iGnfinito
EntrAmegEmava-AmsEme àAm EmcoAmnEmteAmmEmplAmaEmçãoAm Emda paz no campo da nudez da noite
EnlDmuarada
Ansiava alcançar a cada maAmdEmrugada
E dFivisar longas plEanícies entre hAmorizontes
IncCendiados pelo clGarão do Sol naDscente
SonAmhar envolvEmendo-se no Fsilêncio
Nas taBmrdes inertes de Gespera
UAmm EmdiaAm,Em quAmaEmndoAm Ema AmaEmurAmoEmra vinha arroxeando o céu
Alertada pelo seu temor que a noite estava em adorDmmecido
No seu íntimo sentiu que a hora eraAm Emchegada
E projFetou-se, entãEmo, em vão, para foFra da terra
E logCo percebeu que esGtava ali enDraizada
ParalAmisada Empara oF espaço
E eBmis que um vento forte lGhe oscila
SAmuEmmAmoEm súbito
Foi como se uma centena de raios tivesse a lhe atiDmngirem
No seu tronco penetrando bem profuAmnEmdamente
SFuas folhas se solEtando como numAm adeus
EAm nesse momento Emtombou e foFi caindo
RAmangendo e estEmalando até Fo final
Em seB7guida decepada em pCedaços
LevarB7am-lhe para lhe rCetalhAmar
AAmhhh Ceooo AmaaaaCeee oooo
NAmo outro dia aquele resto de áErvore
AmEm forma de madeiro deEsfilou
Pelas ruCas de Jerusalém até o mDonte
EAm o Cristo morreu cGravado emDm seuAms braços
8.
Beira Mar Capítulo II
Key: AHardA
G#m
F#m7
Bm7
C#m7
A4
G
D
D4
AQuando o dia G#mmorre e a noite aF#m7vança G#m
Bm7Óh brisa maC#m7rinha bafeja e murBm7mura Bm7 A
G#m Nos braços divinos da Santa NatAura A A4 A A A4 A
G#m A noite soturna tristonha descC#m7ansa
F#m7 O mundo adormece e o bar se balBm7ança Bm7 A
G A lua de prata começa a brilDhar D D4 D D D4 D
C#m7 Jogando refG#mlexos dourados no mF#m7ar
Rasgando o véu Bm7negro que envolve o esF#m7paço G#m
A Guardando a metG#made do grande mormF#m7aço G#m
A Que agita as procG#melas na beira do mF#m7ar G#m
AEm cima da G#mTerra o mar permaF#m7nece G#m
Bm7Cheio de enC#m7igmas completo de enrBm7edos Bm7 A
G#m Guardando mistérios e grandes segAredos A A4 A A A4 A
G#mCiências ocultas que o chão desconC#m7hece
F#m7 É bravo gigante que nunca adormBm7ece Bm7 A
G Um minuto apenas não pode parDar D D4 D D D4 D
C#m7A Terra giG#mrando suspensa no F#m7ar
Obriga que as Bm7águas se movam tamF#m7bém G#m
ASem obedeG#mcerem na terra a ninF#m7guém G#m
ASomente a NeG#mtuno que é mestre do F#m7mar G#m
ANo mundo da G#mgente qualquer ser huF#m7mano G#m
Bm7Que viva pisC#m7ando no globo terrBm7estre Bm7 A
G#mÉ uma energia que para seu mAestre A A4 A A A4 A
G#m É só contemplar este grande oceaC#m7no
F#m7Aonde o poder de um ser soberBm7ano Bm7 A
GEstá retratado sem nada faltDar D D4 D D D4 D
C#m7Grandezas que o G#mhomem não pode imiF#m7tar
Nem mesmo em oiBm7tenta milhões de seF#m7manas G#m
AAonde a G#mordem supera as huF#m7manas G#m
ANo céu e na G#mterra e na beira do F#m7mar G#m
AG#mF#m7G#m
Contribuição: Fernando Daher(email protected)
9.
Mister do Pandeiro
Key: BCapo 4EasyC
D
G/B
Intro
Refrão
CHey, mister Ddo pandeiG/Bro, toque pCara mim!
Não estou cG/Bom soCno e não tenho onDde ir...
CHey, JacksonD do pandeiG/Bro, toque pCra mim!
E entreG/B as canções desta Cmanhã
Eu podeDrei te segG/Buir...]
Sei que, Cá noite, seus iDmpérios
DesmorG/Bonam sobre oC chão
Ao toG/Bque das minhaCs mãos
Eu só eG/Bnxergo na mCanhã
Um sol de assassDinar
O caCnsaço me atoDrdoa
Enquanto eG/Bu ando para Co além
ProcuG/Brando por niCnguém
Em velhG/Bas ruas, já Cdesertas
Sem poderD sonhar
Refrão
Me Cleve nas vDiagens,
Do seu G/Bmágico Cnavio...
Eu já canG/Bsei desteC vazio!
As minhas G/Bmãos tremem Cde frio,
Mas os meus G/Bpés, que o chãoC feriu,
Ainda têm G/Bforças pra Cseguir o teDu caminho..
Eu iCrei onde você quDiser,
Pelas G/Brotas que Ctracei!
Se o teu G/Bcanto eu eCscutei,
EnfeitiG/Bçado euC fiquei!
E sei que G/Bjá nCão vou seguiDr sozinho...
Refrão
Se uma CgargalhadaD louca,
EsvoaG/Bçar pela ampClidão!
E ecoG/Bar, sem dCireção!
Alguém vai penG/Bsar queC são
As muG/Bralhas do hCorizonte a Ddesabar!
E se alCguém ouvir oD eco
De uma canG/Bção feita emC pedaços!
RessG/Boando nos eCspaços!
É só aG/B voz deste Cpalhaço,
Que canta, enG/Bquanto segue Cos passos
De uma G/Bsombra que eCle vive a pDrocurar...
Refrão
Vou sumCir por entre aD névoa,
De um deG/Blírio enfCumaçado,
entre as rG/Buínas do Cpassado!
Deixo a foG/Blhagem glCacial,
de um bosque G/Bbranco e seCpulcral!
Vou para um G/Bmar de vendCavais,
Longe das G/Bgarras da tCristeza e dDa aurora...
Sob um Ccéu de diaDmantes,
Vou danG/Bçar como umC menino!
Entre o ocG/Beano criCstalino
E um G/Bcirco errante e pCeregrino!
Deixo as meG/Bmórias e o Cdestino!
Sumir num aG/Bbismo sem fCim!
Quero, amaG/Bnhã, lembrar qCue hoje, eu fuDi embora!
Refrão
10.
Beira Mar - Capítulo 2
Key: AHardA
F#m7
Bm
F#
Bm7/A
E
A4
G#
G#7
C#7
F#7
G
D
D4
C#m
D#7
G#m
F#m
C#m7
A I G#m(#5) I F#m7 I G#m(#5) I
AQuando o diaG#m(#5) morre que aF#m7 noG#m(#5)ite avança
BmA brisa maF#rinha bafeja Bme mBm7/Aurmura
G#m(#5) Nos braEços divinos da ASaA4nAtaA A4NAatura
G# A noite sG#7oturna tristonhC#7a descansa
F# O mundo adF#7ormece e o mar seBm balançBm7/Aa
G A lua de prata começa a brDilDhD4ar
C#m JogandD#7o reflexos douraG#mdos no ar
Rasgando o véu pC#mreto que envolve oG#m espaço
F# A matandoG#m(#5) a metade doF#m grande mormaço
AQue agita as pG#m(#5)rocelas na beF#m7iG#m(#5)ra do mar .....
AEm cima da G#m(#5)Terra o maF#m7r perG#m(#5)manece
BmCheio de enF#igmas completo deBm enrBm7/Aedos
G#m(#5) GuardandEo mistérios e grandAeA4sA A4sAegredos
G#7CiênciasG#7 ocultas que o chãoC#7 desconhece
F# É bravo gF#7igante que nuncaBm adBm7/Aormece
G Um minuto apenas não pode pDararD D4
C#mA TerraD#7 girando suspeG#mnsa no ar
Obriga que as áC#mguas se movam G#mtambém
F# A Sem oG#m(#5)bedecerem na F#mterra a ninguém
ASomente a G#m(#5)Netuno que é meF#m7stre dG#m(#5)o mar
A No mundo da G#m(#5)gente qualquF#m7eG#m(#5)r ser humano
BmQue vivaF# pisando no globoBm terBm7/Arestre
G#m(#5)É uma energiEa que paraA sA4eAuA4 Amestre
G# É só conG#7templar este grandC#7e oceano
F#Aonde o F#7poder de um ser BmsobBm7/Aerano
GEstá retratado sem nada DfD4altDarD D4 D
C#m7GrandeD#7zas que o homem não G#mpode imitar
Nem mesmo em oC#mitenta milhões deG#m semanas
F# A AondeG#m(#5) a ordem suF#mpera as humanas
ANo céu eG#m(#5) na terra e por dF#m7entro do mar
G#m(#5)Ô A Ô G#m(#5)Ô Ô F#m7Ô G#m(#5) Ô Ô Ô Ô Ô Ô