toca aquela
Legião Urbana
Chord Booklet

Legião Urbana

10 songs|26 chords used|Hard

Chords used

G
××D
E
×C
×A7
4frAb
F
Em
×Am7
Bb
×G/B
5fr×D/F
Em7
×Am
×A
×B
Gbm7
E4
Gb
×Bm
××Db7
×Bm7
5fr×D11
××D7
×D/F#
F9
1.

Faroeste Caboclo

Key: GHard
G
××D
E
×C
×A7
4frAb
F
Em
×Am7
Bb
Intro e Riff 1:
Estrofe 1:
Não tinha mGedo o tal João de Santo CDristo
Era o quGe todosG diziam quando ele seD perdeu
Deixou pra trGás todo o marasmo da faDzenda
Só pra sGentir no sGeu sangue o ódio que jesus Dlhe deu
Quando criGança só pensava em ser banDdido
Ainda mGais quando com Gum tiro de soldado o paiD morreu
Era o terrGor da cercania onde moDrava
E na escGola até Go professor com ele aDprendeu
Estrofe 2:
Ia pra igrGeja só pra roubar o dinDheiro
Que as velhGinhas cGolocavam na caixinha dDo altar
Sentia mGesmo que era mesmo difeDrente
SentGia quGe aquilo ali não era o seDu lugar
Ele querGia sair para ver o DmarG
E as coisas qGue ele via na televiDsão
Juntou dinhGeiro para poder viaDjarG
E de escolha prGópria escolheu a soliDdão
Estrofe 3:
Comia tGodas as menininhas da ciDdade
De tantGo brincar Gde médico aos doze era prDofessor
Aos quinze fGoi mandado pro reformaDtório
Onde Gaumentou Gseu ódio diante de tantoD terror
Não entendGia como a vida funcioDnava
DiscrimGinação pGor causa da sua classe e Dsua cor
Ficou cansGado de tentar achar resDposta
E comprGou uma Gpassagem foi direto a sDalvador
Estrofe 4:
E lá chegGando foi tomar um cafeDzinho
E encontrGou um bGoiadeiro com quem foi Dfalar
E o boiadeGiro tinha uma pasDsagem
Ia pGerder Ga viagem mas João foi lheD salvar
Dizia Gele - estou indo pra BraDsíliaG
Nesse paGís lugar melhor não Dhá
Estou precisGando visitar a minha DfilhaG
Eu fico aqGui e você vai no meu luDgar
Estrofe 5:
GD
E João aceitou sua proposta
E num Gônibus Gentrou no PlanaDlto Central
Ele ficGou bestificado com a ciDdade
Saindo dGa roGdoviária viu as luzes dDe natal
- Meu DGeus mas que cidade DlindaG!
No ano nGovo eu começo a trabalDhar
Cortar madGeira aprendiz de carpinDteiro
GanhavGa cGem mil por mês em taguDatinga
Estrofe 6:
Na sexta-fGeira ía pra zona da ciDdade
Gastar tGodoG o seu dinheiro de rapaz trabDalhador
E conhecGia muita gente interesDsante
Até Gum neto Gbastardo do seu Dbisavô
Um peruGano que vivia na boDliviaG
E muitas cGoisas trazia de láD
Seu nGome era Pablo e ele diDziaG
Que um negGócio ele ia comeDçar
Estrofe 7:
GD
E Santo Cristo até a morte trabalhava
Mas o dGinheiro nGão dava pra ele se alDimentar
E ouvia às sGete horas o noticDiário
Que semprGe dizGia que seu ministro iaD ajudar
Mas ele nGão queria mais conversDa
E decidGiu que coGmo Pablo ele ia sDe virar
ElaborGou mais uma vez seu plano Dsanto
E sem sGer crucGificado a plantação foi Dcomeçar
Estrofe 8:
Logo lGogo os maluco da ciDdade
Souberam da novidGade: "- tem bagulho bom Daí!"
GD
E João de santo cristo ficou rico
E acabou com tGodos os traficantes dalDi
Fez amGigos, frequentava a asa Dnorte
Ia pra festa de rGock pra se liberDtar
Mas de repGente, sob uma má inflDuência dos
Boyzinhos da cidGade começou a rouDbar
Estrofe 9:
Já nCo primeiro roubo ele daGnçou
E pro inferno ele fA7oi pela primeGira vez
ViolCência e estupro do seuG corpo
"- vocês vão vA7er, eu vou pegGar vocês!"
Estrofe 10:
AgGora santo cristo era banDdido
DestemGido eG temido no distrito Dfederal
Não tGinha nenhum medo de poDlícia
CapitGão ou trGaficante, playboy ou Dgeneral
Estrofe 11:
Foi qGuando conheceu uma meGnina
E de todos os seus pecGados ele se arrepenGdeu
Maria lGúcia era uma menina Glinda
E o coração dele pra Gela o santo cristo promeGteu
Ele dizGia que queria se caGsar
E carpintGeiro ele voltou a Gser
"- Maria LGúcia eu pra sempre vou te aGmar
e um fGilho com você eu quero Gter" (Riff 1 s/ repetir)
Estrofe 12:
O tempo pGassa e um dia vem na portAba um senhor
De alta clFasse com dinheiro na mãoG
E ele faz uma proposta indecorosaAb
E diz que espera uma respFosta, uma resposta de joãoG
Estrofe 13:
"- não boto bGomba em banca de jorDnal
E nem em colGégio deG criança, isso eu não façoD não
E não protGejo general de dez estDrelas
Que fGica atrás Gda mesa com o cu naD mão
E é melhGor o senhor sair da minha Dcasa
Nunca brGinque com Gum peixes de ascendente esDcorpião"
Mas antes dGe sair, com ódio no olhaCr o velho disse:
"- você pGerdeu a sua vida, meu irmãoF!"
Estrofe 14:
"- você perdGeu a sua vida, meu irDmãoG!"
"- você perdGeu a sua vida, meu irDmão!"
Essas palGavras vão entrar no coraDçãoG
"- eu vou sofrGer as consequências como um Dcão."
Estrofe 15:
Não Gé que o santo cristo estava Dcerto
Seu futGuro eraG incerto, e ele não foi trDabalhar
Se embebedGou e no meio da bebeDdeira
DescobrGiu que tiGnha outro trabalhando em seDu lugar
Falou com PGablo que queria um parDceiro
Que tambGém tinha Gdinheiro e queria sDe armar
Pablo trazGia o contrabando da BoDlívia
e Santo CrGisto reGvendia em PlanaDltina (Riff 1 sem repetir)
Estrofe 16:
Mas acontGece que um tal de JeremiaAbs
Traficante de renFome apareceu por lGá
Ficou sabendo dos planos de santo cristoAb
E decidiu que com JoFão ele ia acabaGr.
Mas Pablo trGouxe uma Winchester D22
Em
E Santo Cristo já sabia atirar
E decidCiu usar a arma só deGpois
Que JeremAm7ias começasse a bDrigar
Estrofe 17:
O JeremGias maconheiro sem vergonhAba
Organizou a rocFonha e fez todo mundo dançaGr
Desvirginava mocinhas inocentesAb
E dizia que era crFente mas não sabia rezaGr
GD
E Santo Cristo há muito não ia pra casa
E a saudEmade começou a apertar
"- eu vou me embCora, eu vou ver Maria GLúcia
Já está em tAm7empo de a gente se Dcasar"
Estrofe 18:
ChegCando em casa então ele choGrou
E pro inferno ele fAm7oi pela segunda vGez
Com Maria LCúcia Jeremias se caGsou
E um fAm7ilho nela elGe fez
Estrofe 19:
Santo CrGisto era só ódio porAb dentro
E então o JeremFias pra um duelo ele chamGou
"- amanhã, as duas horas na ceilândiaAb
Em frente ao lote catForze é pra lá que eu vGou
E você pode escolher as suas armasAb
Que eu acabo mesmo cFom você, seu porco traidGor
E mato também Maria LúciaAb
Aquela menina falsFa pra que jurei o meu amoGr"
Estrofe 20:
GD
E Santo Cristo não sabia o que fazer
Quando vEmiu o repórter da televisão
Que deu a notCícia do duelo na teGvê
Dizendo a hAm7ora, o local e a Drazão
No sGábado, então as duas horAbas
Todo o povo sem demFora foi lá só pra assistGir
Um homem que atirava pelas costasAb
E acertou o Santo CrFisto e começou a sorrGir
Sentindo o sangue na gargantaAb
João olhou as bandeirFinhas e o povo a aplaudGir
E olhou pro sorveteiro e pras câmeras eAb
A gente da tevFê que filmava tudo aGli
E se lembrGou de quando era uma crDiança
E de tEmudo o que viveu até ali
E decidCiu entrar de vez naquela Gdança
"- se a Via-CrAm7ucis virou circo, estou Daqui."
Estrofe 21:
E nCisso o sol cegou seuGs olhos
E então Maria LAm7úcia ele reconheGceu
Ela trazCia a winchester G22
A arma quAm7e seu primo Pablo lhGe deu
Estrofe 22:
"- JeremGias, eu sou homem, coisa Dque vGocê não é
Eu não atGiro pelas costas, nãoD.
Olha pra cGá filha da puta sem verDgonha
Dá uma olhGada no mGeu sangue, e vem sentir o teuD perdão"
e Santo CrGisto com a Winchester D22G
Deu cinco tGiros no bandido traiDdor
Maria lGúcia se arrependeu deDpoiGs
E morreu jGunto com João, seu proteDtor
Estrofe 23:
E o povCo declarava que JGoão de Santo Cristo
Era sAm7anto porque sabia mGorrer
E a Calta burguesia da ciGdade não acreditou na Am7história
Que eles viram da tevGê
CG
E João não conseguiu o que queria
Quando veio pra BrasAm7ília com o diabo Gter
Ele querCia era falar com o presiGdente
Pra ajudar toda essa gAm7ente que sDó faz
( C Bb G ) (6x)
sofrer...
(C G )
2.

Faroeste Caboclo (ver. 2)

Key: GHard
G
××D
×C
×G/B
×Am7
F
4frAb
Em
5fr×D/F
Bb
NãoG tinha medo o tal JoãDo de Santo Cristo
Era o que todos Gdiziam quando elDe se perdeu
Deixou pGra trás todo o marasmo da Dfazenda
Só pra sentir noG seu sangue o ódio que JDesus lhe deu
QGuando criança só pensava em serD bandido
Ainda mais quando com um Gtiro de soldado o pai mDorreu
EraG o terror da cercaniaD onde morava
E na escGola até o professor com Dele aprendeu
IaG pra igreja só pra rouDbar o dinheiro
Que as velhinhasG colocavam na caixinha dDo altar
SentiaG mesmo que era mesmoD diferente
Sentia que Gaquilo ali não era o Dseu lugar
EleG queria sair para ver o Dmar
E as coisas que Gele via Dna televisão
Juntou Gdinheiro para podDer viajar
E de escolha própGria escolheu a solidão D
ComGia todas as menininhaDs da cidade
De tanto brincarG de médico aos doze era profeDssor
Aos quinGze foi mandado pDro reformatório
Onde aumentou seGu ódio diante deD tanto terror
NãoG entendia como a vidaD funcionava
Descriminação poGr causa da sua classe e suDa cor
Ficou caGnsado de tentar achar rDesposta
E comprou uma paGssagem foi direto a DSalvador
E lGá chegando foi tomar Dum cafezinho
E encontrou um bGoiadeiro com quem foi faDlar
E o boiGadeiro tinha uma Dpassagem
Ia perder a viGagem mas João foi Dlhe salvar
DiziGa ele "- Estou indo Dpra Brasília
NesGse país lugar melhor nãDo há
Estou prGecisando visitar a minhaD filha
Eu fiGco aqui e você vai no Dmeu lugar"
E GJoão aceitou sDua proposta
E num ônibus entrou Gno Planalto Central D
EleG ficou bestificado coDm a cidade
Saindo da rodoviGária viu as luzes de NatalD
"- GMeu Deus mas que cidaDde linda!
No Ano GNovo eu começo a Dtrabalhar"
Cortar madeGira aprendiz de carDpinteiro
Ganhava cem mil Gpor mês em TaguaDtinga
Na sextaG feira foi pra zDona da cidade
Gastar todo o seGu dinheiro de rapaz Dtrabalhador
E conhecGia muita gente iDnteressante
Até um neto bastGardo do seu Dbisavô
Um pGeruano que vivia na DBolivia
E muitas cGoisas trazia dDe lá
SGeu nome era Pablo e eleD dizia
Que um nGegócio ele ia começDar
E Santo GCristo até a morDte trabalhava
Mas o dinheiro nGão dava pra ele Dse alimentar
E ouviGa às sete horas o Dnoticiário
Que diziGa sempre que seu ministrDo ia ajudar
Mas ele Gnão queria mais Dconversa
E decidiu que coGmo Pablo ele ia Dse virar
ElaGborou mais uma vez seu plano sanDto
E sem ser crucificGado a plantação foi coDmeçar
LogGo logo os maluco da cDidade
Souberam da noviGdade
"- Tem bagulho bDom ai!"
E JGoão de Santo Cristo fDicou rico
E acabou com todoGs os traficantes dali D
FezG amigos, frequentava Da Asa Norte
Ia pra fGesta de Rock praD se libertar
Mas de rGepente
Sob uma Dmá influência dos boyzinGhos da cidade
Começou a roDubar
CJá no primeiro roubo eleG/B dançou
E pro inferno ele Am7foi pela priGmeira vez
ViColência e estupro do sG/Beu corpo
"- Vocês vAm7ão ver, eu vou peGgar vocês!"
GAgora Santo Cristo era bDandido
Destemido e temiGdo no Distrito FederDal
NãGo tinha nenhum medo deD polícia
Capitão ou tGraficante, playboy oDu general
FoGi quando conheceu uma menina
E de todos os seus pecados ele sDe arrependeu
MariaG Lúcia era uma menina liDnda
E o coração dele pra ela o SantoD Cristo prometeu
GEle dizia que queria se casar
E carpinteiro ele voltou a ser
"- Maria Lúcia eu pra sempre vou te amar
E um filho com você eu quero tCer"G/B G C G/B D
O tGempo passa e um dia vem nCa porta um senhor
De aGlta classe com dinheDiro na mão
E eGle faz uma proposta indecorosa
E diz quCe espera uma resposta, uGma respoFsta de João
"-G Não boto bomba em banca Dde jornal
E nem em colégio de Gcriança
Isso eu não façoD não
E nGão protejo general deD dez estrelas
Que fica atrás dGa mesa com o cú Dna mão
E Gé melhor o senhor sair daD minha casa
Nunca brinque com um PeixGes de ascendente escorpDião"
Mas antes Gde sair, com ódDio no olhar o velho disse:
"-G Você perdeu a sua vidDa, meu irmão!"
"-G Você perdeu a sua vidDa, meu irmão!"
"-G Você perdeu a sua vidDa, meu irmão!"
EssaGs palavras vão entrar noD coração
"- Eu voGu sofrer as consequências como Dum cão."
NãGo é que o Santo CristoD estava certo
Seu futuro era iGncerto
E ele não foi trDabalhar
Se embebGedou e no meio dDa bebedeira
Descobriu que tiGnha outro trabalhando emD seu lugar
FalouG com Pablo que queria um paDrceiro
Que também tinhaG dinheiro e querDia se armar
Pablo trGazia o contrabanDdo da Bol¡via
E Santo Cristo rGevendia Dem Planaltina
Mas aGcontece que um tal Abde Jeremias
Traficante de reFnome apareceu por lá G
Ficou sabendo dos planos de SantAbo Cristo
E decidiu que coFm João ele iGa acabar.
Mas Pablo trouxe uma WinchesterD 22
E SantoEm Cristo lá sabia atirar
E Cdecidiu usar a arma sóG/B depois
Que JereAm7mias começasse aD brigar
(O JGeremias maconheiro sAbem vergonha
Organizou a RoconFha e fez todo mundo danGçar
Desvirginava mocinhas inAbocentes
E dizia que era Fcrente mas não sGabia rezar
E Santo Cristo há muito não ia pD/Fra casa
E a sEmaudade começou a apertar
"- Eu vou me emboCra, eu vou ver Maria LúG/Bcia
Já está em teAm7mpo de a gente se casar" D
ChCegando em casa então eG/Ble chorou
E pro inferno elAm7e foi pela sGegunda vez
Com MariCa Lúcia JeremiasG/B se casou
E uAm7m filGho nela ele fez
SantoG Cristo era só ódioAb pro dentro
E então o JeremFias pra um duelo ele chamGou
"- Amanhã, as duas horasAb na Ceilândia
Em frente ao lotFe catorze é pra Glá que eu vou
E você pode escolher as Absuas armas
Que eu acabo mesFmo com você, seu porco tGraidor
E mato também MaAbria Lúcia
Aquela menina faFlsa pra que jureGi o meu amor"
E Santo Cristo não sabiaD/F o que fazer
Quando vEmiu o reporter da televisão
Que deu Ca notícia do dueG/Blo na TV
Dizendo Am7a hora o local eD a razão
NoG sábado, então as duasAb horas
Todo o povo sem Fdemora
Foi lá só pra asGsistir
Um homem que atirava pelAbas costas
E acertou o SantFo Cristo
E começou a soGrrir
Sentindo o sangue na garAbganta
João olhou as baFndeirinhas
E o povo a aplaudirG
E olhou pro sorveteiro eAb pras câmeras e
A gente Fda TV que filmavGa tudo ali
E se lembrou de quando era uma cD/Friança
E dEme tudo o que viveu até aqui
E Cdecidiu entar de vez naquG/Bela dança
"- Se a Am7via-crucis virou circo, estDou aqui."
CE nisso o sol ceG/Bgou seus olhos
E então Am7Maria Lúcia ele Greconheceu
Ela Ctrazia a WinchesteG/Br 22
A arAm7ma que seu pGrimo Pablo lhe deu
"- GJeremias, eu sou homeDm, coisa que você não é
Eu não aGtiro pelas costas, nãDo.
Olha praG cá filha da putDa sem vergonha
Dá uma olhada no meu sangGue
E vem sentir o tDeu perdão"
E SaGnto Cristo com a WinchestDer 22
Deu cincGo tiros no bandiDdo traidor
MariGa Lúcia se arrependeDu depois
E morreuG junto com João, seu prDotetor
CO povo declarava que G/BJoão de Santo Cristo
Era Am7santo porqueG sabia morrer
CE a alta burgesiG/Ba da cidade não acreditaAm7va na história
Que ele viram daG TV
CE João não conseguiu o qG/Bue queria
Quando veio pra Am7Brasília com o dGiabo ter
Ele qCueria era falar comG/B o presidente
Pra ajudar toda Am7essa genDte que só faz
CSofrerBb G
3.

Metal Contra As Nuvens

Key: EHard
Em7
×A7
×C
G
××D
Em
×Am
×A
E
×Am7
Intro: Em7 A7 C G D (4x)
Em D C Am G D (3x)
Violão EmSoDloC:[AmD]G
Violão Base:
Não sou escravo de ninguGémG[D]
Ninguém, senhor do meu domDínioA D
Sei o que devo defendCer
E, por valor eu tenho
E tEmemo o que agora se deA7sfazD.
Viajamos sete lGéguas[DG]
Por entre abismos e florDestaAsD
Por Deus nunca me vi tão sCó
É a própria fé o que destrEmói
Estes são dias desleA7ais.D
Eu sou metCalD
raio, relâmpago e trovGão[GEm]
Eu sou metCalD
eu sou o ouro em seu brasGão[GEm]
Eu sou metCalD
me sabe o sopro do dragF7MãoG
C Reconheço meu peAmsar
Quando tAmudo é tDraição,
O que venho encontrF7Mar
É a virtude em ouGtras mãos.
A7 MinhaD terra
G é a Eterra que éA7 minhDa
E sempre serGáE
A7 MinhaD terra
G tem a Elua, tem esA7trDelas
E sempre terGá.E
( A G ) (4x)
QAuase acrediteGi nAa sua proGmessa
AE o que vejo é fomGe e dAestruGição
PerdAi a minha selGa eA a minha Gespada
PerdAi o meu castelGo e Aminha priGncesa.
Violão Solo - Riff:
Violão Base - Riff:
QAuase aGcrAedGitei
QAuase aGcrAedGitei
AE, por honGraA, se existirG verdade
ExAistem os tolGos Ae existe o lGadrão
E Ahá quem se alimentGe do quAe é roGubo
Mas vou guardAar o meu tesouGro[AG]
Caso vocAê esteja mentiGndoA.G
Olha o Asopro do dGrAagãoG
Olha o sopAro do dragGãAoG
Olha o soApro do draGgAãoG
Olha o sopAro do dragGãAoG
Primeira Parte - variação:
É a verdade o que assGombrDaG
O descaso que condDenaA D
A estupidez, o que destrCói
Eu vejo tudo que se fEmoi
E o que não existe mA7aisD
Tenho os sentidos já dormGenteDsG
O corpo quer, a alma entDendAeD
Sei que devo resistEmir
Eu quero a espada em minhas mA7ãos
Eu sou metCalD
raio, relâmpago e trovGão[GEm]
Eu sou metCalD
eu sou o ouro em seu brasGão[GEm]
Eu sou metCalD
me sabe o sopro do dragF7MãoG
C Não me entrego sem luAmtar
Tenho, aAminda, cDoração
Não aprendi a me rendF7Mer
Que caia o inimigo entGão
( Em7 A7 C G D )
Tudo pEm7asA7sa, tudo pCassGaráD
Tudo pEm7asA7sa, tudo pasCsarGáD
Tudo pEm7asA7sa, tudo pasCsarGáD
Intro
Quarta Parte - Final:
E nossa hisCtória nãEmo estará pAm7elo avesso assim
Sem finGal feliz
C Teremos coisas boEmnitas pra coAm7ntaDr
E CaDtéG lá
C VaDmos vGiver
TCemos muito DaindaG por fazer
C NãoD olhe pra Emtrás
ApCenas DcomeçGamos
O mCundo coDmeça GagoCra[DEm]
ApCenas DcomeçGamoCs.G
Continuação - Primeira Parte:
4.

Eduardo e Mônica

Key: AHard
××D
E
×A
×B
Bb
Gbm7
Intro 2x:
( D E )
Quem um dia irAá dizer que eDxiste razão
Nas coisas fEeitas pelo coração
E quem irAá dizer Dque não exiEste razão
EduBardo abriu os olhos mas não qEuis se levantar
Ficou deitAado e viu que horasE eram
Enquanto MBônica tomava um conEhaque
Noutro Canto da cAidade como eles BbdiBs__seram
Eduardo e MEônica um dia se encontAraram sem querer
E conversDaram muito mesmo paraE tentar se conhecer
O carinha do cursinho do EduAardo que disse
Tem uma fDesta legal, a genEte quer se divertir
Festa estranha com gAente esquisita
Eu não tDô legal, nãEo aguento mais birita
E a MBônica riu e quis saEber um pouco mais
Sobre o boyzAinho que tentava impressioEnar
E o EduBardo meio tonto só penEsava em ir para casa
É quase duaAs, eu vou me ferBbrarB
Eduardo e MEônica trocaram teleAfone
Depois telefonDaram e decidiram se enEcontrar
O Eduardo sugeriu uma lanchonAete
Mas a Mônica querDia ver o filme dEo Godard
Se encontrBaram então, no parque da ciEdade
AE
A Mônica de moto e o Eduardo de camelo
O EduBardo achou estranho e melEhor não comentar
Mas a menAina tinha tinta BbnoB cabelo
Eduardo e MEônica eram nada pareAcidos
Ela era de leDão e ele tinha dEezesseis
Ela fazia medicina e falAava alemão
E ele aDinda nas aulinhas deE inglês
Ela gostava do Bandeira e do BAauhaus
Van Gogh e dos MutDantes, de Caetano e deE Rimbaud
E o Eduardo gostava de novAela
E jogava futebDol de botão com sEeu avô
Ela falava coisas sobre o planAalto central
Também magDia e meEditação
E o Eduardo ainda tava no esquAema
Escola, cinemDa, clube, teElevisão
E mBesmo com tudo difeErente veio um medo de rAepente
Uma vontade de se vEer
E os dBois se encontravam Etodo dia e a
Vontade crescAia como tinha BbdeB ser
Eduardo e MEônica fizeram nataAção, fotografia
TDeatro e artesanatEo e foram viajar
A
A Mônica explicava pro Eduardo
Coisas sobre o céu, a tDerra, a águaE e o ar
Ele aprendeu a beber, deixou o cabAelo
Crescer e decDidiu trEabalhar
E ela se formou no mAesmo mês
Que ele pDassou no vesEtibular
E os dois comemoraram jAuntos
E também brigaram jDuntos muitas vezeEs depois
E todo mundo diz que ele complAeta ela
E vice-versDa, que nem feijão coEm arroz
ConstruBíram uma casa uns doisE anos atrás
Mais ou menAos quando os gêmeos vEieram
BatalhBaram grana, seguEraram legal
A barra mAais pesada que Bbti_B___veram
Eduardo e MEônica voltaram para BraAsília
E a nossa amizDade dá saudade nEo verão
Só que nessas férias não vão vAiajar
Porque o filhDinho do Eduardo tá de recuperação
(repete Intro 2x)
E quem um dia irAá dizer qDue existe razão
Nas coisas fEeitas pelo coração
E quem irAá dizer Dque não exiEste razão
(D E ) 3x
BAEGbm7E
Ritmo Segunda Parte:
↓ ↓ ↓ ↓ ↑
5.

Eu Era Um Lobisomem Juvenil

Key: GHard
E
××D
×B
×A
G
E4
×C
Pré Intro
IntroEDEDEBEDABE
EDE
DEB
EDABE
Primeira Parte
EDEB
EDABE
LEuz e Dsentido e paElavraB, palavra
EÉ que o coraDção nãAoB pEensa
AOntem faltou água, anteontem faltou luz
TeveG torcida gritando quando a luz voltou
Não faloB como você fala mas vejo bem o que vE4ocêE me diz
Se o mundo é mAesmo parecido com que vejo
Prefiro aGcreditar no mundo do meu jeito
E Bvocê estava esperando voar
( ) E4 E G A
Mas como chegar até às nuvens com os pés no chão
Segunda Parte
EDEB
EDABE
O quEe sinto muitas vezes
Faz sDentido e outras vezes
Não Edescubro um motivo
Que mBe explique porque é
Que nãEo consigo ver sentido
No qDue sinto, que procuro
O queA desejo e Bo que faz parte
Do mEeu mundo
AO arco-íriGs tem seteB cores, E4e fuEi juiz supremo
AVai, vem embora e vGolta, todosB têm, todos têm suas própriaE4sE razões
(G A)
Terceira Parte
EDEB
EDABE
QEual foi a semeDnte que você plantou?
Tudo Eacontece ao mesmo tempo
NemB eu mesmo sei direito
O queE está acontecendo
E Ddaí, de hoje em diante
TodAo dia vaBi ser oE dia mais importante
SoloCAEGAE
CAEGAE
CAEGAE
CSe você quiAser Ealguém pra ser só seu
É Gsó não se esquAecer, esEtarei aqui
CSe você quiAser Ealguém pra ser só seu
É Gsó não se esquAecer, esEtarei aqui
Quarta Parte
EDEB
EDABE
Não dEigo nada
Espero o Dvendaval passar
Por eEnquanto eu não sei
O queB você me falou
Me fEez rir e pensar
Porque eDstou tão preocupado
Por Aestar
Tão Bpreocupado Eassim
Quinta Parte
EDEB
EDABE
MEesmo se eu cantasse
TDodas as canções
TEodas as canções
TBodas as canções
TEodas as canDções do mundo
SoAu bicBho dEo mato mas
CSe você quAiserE alguém pra ser só seu
ÉG só não sAe esEquecer, estarei aqui
CSe você qAuiseEr alguém pra ser só seu
ÉG só não sAe esEquecer, estarei aqui
SoloCAEGAE
CAEGAE
GOAu E enCtAãoE nãoG tAeErásC jAaEma..is a GchAaEve do meu co..ração
SoloCAEGAE
CAEGAE
Solo FinalCAEGAE
6.

La Maison Dieu

Key: GHard
E
Em
×A
G
×C
Gb
×B
Bb
××D
×Am
×Bm
××Db7
×Bm7
Intr.: (E E Em )2x A G
Riff: esse riff é tocado quando as notas (E E Em )2x A G aparecem seguidas. O Acorde Em seguido de (asterisco) indica que deverá ser tocado em sua posição padrão.
E Se deEzEm batalhEões viEessem à minha rua
EE vEminte mil soldadAos batessem à minha porta
Á Gsua procura
Eu não diria EnadEaEm E
E PorqEuEme lhe dei AminhGa palavra
E TeEuEm corpo bEranEco EjEmá pegando pêlo
Me lembra o tempo eAm que você erGa pequeno
NEão pretendoE mEme EaEprovei-----tar
EE de quaEmlquer forma quem volta
SoAzinho pra Gcasa sou eu
ESexo cEoEmmpra dinheEiErEo e companh--ia
Em Mas Anunca amor e amGizade, eu acho
E dEepois de EuEmm diEaE difícil
PEeEmn---seiC ter visto você
Entrar Gbpela janela e dizer:
Em- EBu sou a tBuBbaA morte
Vim conversar contDigBo
ViEmm tBe pedir abrigo
PreBbcAi--so do teu caDloBr
Eu sEouE,Em
EEuE E Em sou
EuA souC
Am A D G|-2--2--0-|
A pátria que lhe esqueceu
Am O carrascAo que Dlhe tortuDroDu
Am O generaAl que lhe arDrancou osD oDlhos
Am O sangue inocentAe de todos os DdesaparDecDidos
AmO choque AelétrDico e os DgrDitos
Am- PaBrAeGm por favor,
(E E Em )2x A G
Isto dói
Eu sEouE,Em
EEEuE Em sou
Eu sAou a tua morte
E vim lhe visiGtar como amigo
Am A D G|-2--2--0-|
Devemos flertar com o perigo
Am Seguir nossoAs instintDos primitDivDos
Am Quem saAbDe nãoD sDerão
Am Estes nossos últBimosA mGomentos divertidos?
Eu EmsoBu a lembrança do BtBbeArroDrB
De uma reEmvolução de merda
De generBais e de um exército dBeBb merda
A Não, nunca poDdeBremos esquecer
NeEmm devemos pBerdoar
Eu BbnãoA anistieiB AnGinguém
Am A D G|-2--2--0-|
Abra os olhos e o coração
Am EstejamAoDs alDertas
AmPorque o terror AcoDntDinua
Am Só mudou de cheiro e de unifoBmrAmmGe
EEEuEm sou E E E Em a tua mor---te
AE lhe quero beGm
EsqEueça EoEm mun-E-E-do, vEim Emlhe explicar o que virá
A Porque eu Gsou
Eu sEouE,Em
EEEuE Emsou[AG]
Final: (Em Db7 C Bm7 ){Repetir até o fim...}
7.

Índios

Key: GHard
G
××D
5fr×D11
×Am7
×Bm
Em
×Am
××D7
Em7
×Bm7
×C
×D/F#
Intro ​G D D11
​ G D D11
​ G D D11
Tab Dedilhado Intro
Primeira Parte
IntroAm7D11BmEm
​ Am D7 Bm Em7
Tab Dedilhado Intro
Segunda Parte
Primeira Parte
Am7 ​Quem me dera ao menos uma vez
​ D11
Ter de volta todo o ouro
Que entreguei a quem
​ Bm7
Conseguiu me convencer
Que era prova de amizade
​ Em
Se alguém levasse embora
Até o que eu não tinha
Am7 ​Quem me dera ao menos uma vez
​ D11
Esquecer que acreditei
Que era por brincadeira
​ Bm7
Que se cortava sempre um pano de chão
​ Em
De linho nobre e pura seda
Am7 ​Quem me dera ao menos uma vez
​ D11
Explicar o que ninguém
Consegue entender
​ Bm7
Que o que aconteceu ainda está por vir
​ Em
E o futuro não é mais
Como era antigamente
Am7 ​Quem me dera ao menos uma vez
​ D11
Provar que quem tem mais
Do que precisa ter
​ Bm7
Quase sempre se convence
Que não tem o bastante
​ Em
Fala demais por não ter nada a dizer
Am7 ​Quem me dera ao menos uma vez
​ D11
Que o mais simples fosse visto
Como o mais importante
Bm7 ​Mas nos deram espelhos
​ Em
E vimos um mundo doente
Am7 ​Quem me dera ao menos uma vez
​ D11
Entender como um só Deus
Ao mesmo tempo é três
​ Bm7
E esse mesmo Deus foi morto por vocês
​ Em
Sua maldade, então
Deixaram Deus tão triste
Segunda Parte
C G7M/B​Eu quiAm7s o perigo
​ D/F# G
E até sangrei sozinho entenda
​ D/F# Em
Assim pude trazer você de volta pra mim
​ C
Quando descobri que é sempre só você
​ D11 G D/F#
Que me entende do início ao fim
Em ​E é só você que tem
​ C
A cura pro meu vício de insistir
​ D11
Nessa saudade que eu sinto
​ F11+ G
De tudo que eu ainda não vi
( Am7 D11 Bm Em )
( Am D7 Bm Em7 )
Tab Dedilhado Intro
Segunda Parte
Terceira Parte
Am7 ​Quem me dera ao menos uma vez
​ D11
Acreditar por um instante
Em tudo que existe
​ Bm7
E acreditar que o mundo é perfeito
​ Em
E que todas as pessoas são felizes
Am7 ​Quem me dera ao menos uma vez
​ D11
Fazer com que o mundo
Saiba que seu nome
​ Bm7
Está em tudo e mesmo assim
​ Em
Ninguém lhe diz ao menos obrigado
Am7 ​Quem me dera ao menos uma vez
D11 ​Como a mais bela tribo
Bm7 ​Dos mais belos índios
​ Em
Não ser atacado por ser inocente
Segunda Parte
C G7M/B​Eu quiAm7s o perigo
​ D/F# G
E até sangrei sozinho entenda
​ D/F# Em
Assim pude trazer você de volta pra mim
​ C
Quando descobri que é sempre só você
​ D11 G D/F#
Que me entende do início ao fim
Em ​E é só você que tem
​ C
A cura pro meu vício de insistir
​ D11
Nessa saudade que eu sinto
​ F11+ G
De tudo que eu ainda não vi
Final
C ​Nos deram espelhos
​ F11+ G
E vimos um mundo doente
Tentei chorar e não consegui
8.

Pais e Filhos / Stand By Me (pot-pourri)

Key: GHard
×C
××D
G
F9
Em
×Bm
×Am7
F
×Am
IntroCDG
CDG
CDG
CDG
Primeira Parte
EstCátuas e Dcofres e pGaredes pintadas
Ninguém sCabe o queD acontecGeu
CEla se joDgou da jGanela do quinto andar
NCada é Dfácil de enteGndeCr D
Segunda Parte
Segunda Parte
F9 Dorme EmagCora
BmUhmhummAm7!
É só o vento lá fDora
Terceira Parte
C Quero Dcolo,G vou fugir de casa
PCosso dorDmir aquiG com vocês
EstCouD com medoG tive um pesadelo
SCó voDu voltar dGepois das três
( C D )
Quarta Parte
F9 MeEmu filho vaiC ter
Nome de sBmanto
Am7Uhhmm
Quero o nome maisD bonito
Refrão
É precGiso amarC as pessoas
Como sEme não houvesse amaCnhã
Por que se vGocê pararC pra pensEmar
Na verdade não hCá G
C Me DdGiz por que que Co céu Dé Gazul
Explica a grande C fúriaD do munGdo
SCão meus filhos
( D ) G C D G
Que tomam conta de mim
Eu moro com a mCinha mãe
MDas meu pai Gvem me visitar
ECu moDro na rua
Não tGenho ninguém
ECu moro em qDualquer lugGar
Já morCei em tanta Dcasa
Que nGem me lembro mais
CEu moro Dcom os meusF paEmis
HCuhuBmhuAmhuD!...ouh! ouh!
Refrão
É precGiso amarC as pessoas
Como sEme não houvesse amaCnhã
Por que se vGocê pararC pra pensEmar
Na verdade não hCá G
SGou uma gota d'águaC
SEmou um grão de areCia
Você me dGiz que seus pais
Não entCendem
Mas vocEmê não entende seusC pais
Você culpa seus pDais por Gtudo
CIsso é abDsurdGo
São criCanças Dcomo vGocê
O que vocCê vai Dser
Quando vocGê crescer?
( C D G )
( C D G C D )
G When thCe nigDht haGs cComDe,and the Gland is dark
NoC,i won'Dt beG afraid,no,CI won't Dbe afGraid
Just as Clong aDs you sGtand,sCtanDd byG me
Refrão
SoG,darling,darling,stand by me,oEmh,stand by me
Oh,Cstand by meD,stand by meG,stand Dby me
GSou uma gota d'águCa
SEmou um grão de areCia
Você me dGiz que seus pais
Não entCendem
Mas vocEmê não entende seusC pais
Você culpa seus pDais por Gtudo
CIsso é abDsurdGo
São criCanças Dcomo vGocê
O que vocCê vai Dser
Quando vocGê crescer?
( C D G )
( C D G )
9.

Sereníssima

Key: GHard
G
××D
×A
×C
Em7
×A7
Em
Violão 1
Intro: G D G A D
D C G C (4x)
C G A G G Em7 D (4x)
Sou um animal sentCimenGtal
Me apego faciClmente aoD que desperta o meu CdeseGjCo
TDente me obrigarC a fGazer o que não quero
E vocCê vaiD logo ver o que acConGtece
CAcho que entendo o que voGcê quis me dizer
Mas eDxistem outrasA7 coisas
CDonsegui meu equiClíbrioG cortejando a insaCnidade,
TDudo está perdido Cmas Gexistem possibiClidades-
TDinhamos a idéia, CmasG você mudou os planos
TCinhamos um pDlano, você muCdou de Gidéia
Já passCou, já passou - quem Gsabe outro DdiA7a-
GAntesG euEm sonhA7ava, agoraD já não durmo
Quando fGoi quGe EmcompA7etimos pela Dprimeira vez?
GO que GninguémEm percebe é A7o que todDo mundo sabe
Não entGendoG EmterroriA7smo, falávamDos de amizade
Intro: D C G C (4x)
C G A G G Em7 D (4x)
NDão estou mais interesCsadoG no que sinto
Não acreCdito emD nada além do que CduviGdCo
VDocê espera respostas qCue eu nãoG tenho
Não vCou briDgar por causaC disGso
Até Cpenso duas vezeGs se você quiser DfiA7car
Minha lGaranGjeEmira verde, porA7que está Dtão prateada?
Foi da lGua deGsEmta noiteA7, do serenoD da madrugada
TenhoG um soGrrEmiso boA7bo, parecidDo com soluço
Enquanto o cGaos sGegueEm7 em frente
A7 D ( G D Em A7 D )2x
Com toda a calma do mundo
Violão 2
Intro:
Estrofe:
variação antes da parte b:
Parte b:
Refrão Final:
10.

Eduardo e Mônica (ver. 3)

Key: GMedium
G
×C
F
××D
×Bm
×Am
GQuem um dia irá Cdizer que exiFste razão nas coisaCs feitas pelo coGração
E quem iCrá dizer que não existeF rGazão
EduaDrdo abriu os olhos mas não qGuis se levantar
Ficou deCitado e viu que horas Geram
Enquanto MônicDa tomava um conhaque noGutro canto da cidade C
como eles disseraDm
Eduardo e MônicaG um dia se encontraram sem queCrer
E converFsaram muito mesmo para tentar sGe conhecer
Foi um carinha do cursinho do EdCuardo que disse
- Tem uma festFa legal, a gente qGuer se divertir
Festa estranha com genCte esquisita
- Eu nãoF tô legal, não aGgüento mais birita
E a MôniDca riu e quis saGber um pouco mais
Sobre o boyCzinho que tentava impressionaGr
E o EduaDrdo meio tonto só pensava Gem ir para casa
- É quase dCuas, eu vou me ferrDar
Eduardo e MônGica trocaram telefoCne, depois telefFonaram
E decidiram se encontrarG
O Eduardo sugeriu uma laCnchonete
Mas a Mônica queria veFr o filme do GodGard
Se encontrarDam, então, no parque da cidGade
A Mônica de moto eC o Eduardo de camelo G
O EduardDo achou estranho e melhor nãGo comentar
Mas a menina Ctinha tinta no cabeDlo
Eduardo e Mônica eGram nada parecCidos
Ela era de leFão e ele tinha dGezesseis
Ela fazia Cmedicina e falava alemão
E ele aiFnda nas aulinhas de iGnglês
Ela gostava do Bandeira e do BauChaus
De Van Gogh e dos MutantFes, de Caetano e de RimbaudG
E o Eduardo gostava de nCovela e jogava fFutebol de botão
Gcom seu avô
Ela falava coisas sobre Co planalto central, tambFém
magia e Gmeditação
E o Eduardo ainda estava no esquCema
escola-cinemaF-clube-teleGvisão
E mesmo Dcom tudo diferenGte veio mesmo de repenteC uma vontade de sGe ver
E os doiDs se encontCravam todo diGa e a vontade crCescia como tinha qDue ser
Eduardo e MônicaG fizeram nataçãoC,
fotografFia, tGeatro e artesanato e foram viajar
A Mônica explicava pro ECduardo coisas sobre o céu, a Fterra, a áGgua e o ar
Ele aprendeu a beber, deixou o cCabelo crescerF e decidiu Gtrabalhar (NÃO!)
E ela se formou no meCsmo mês que ele passou nFo vestibulaGr
E os dois comemoraram juCntos e também brigaram jFuntos muitas veGzes depois
E todo mundo diz que ele complCeta ela
E vice-versFa, que nem feijão comG arroz
ConstruíDram uma casa uns 2 anos Gatrás
Mais ou menCos quando os gêmeos vieramG
BatalharamD grana, seguraGram legal a barra maCis pesada que tDiveram
Eduardo e MôniGca voltaram para BCrasília
E a nossa amizadFe dá saudade no verãGo
Só que nessas férias não vãCo viajar
Porque o filFhinho do Eduardo tá Gde recuperação G C F G
E queGm um dia irCá dizer que exisFte razão nas coisas feitGas pelo coração
E quem iCrá dizer que nãoF existe razão
FG
DC
BmAmGG